2 comentários:
De Ana Rita SousaInfelizmente a 29 de Agosto de 2010 às 21:43
Desta história familiar desconhecia o detalhe das Azenhas.
Este objecto é mítico para mim também.
A primeira parte da minha relação com esta máquina prende-se com repetidas memórias de infância em que observava o meu irmão, as suas experiências e por vezes servia de modelo.
Lembro me que desde sempre o objecto exercia sobre mim um enorme fascínio , despertava uma curiosidade tremenda de experimentar mas também um certo respeito!
Anos passados, lembro me de ter imensa curiosidade de experimentar a máquina, mas nessa altura já não funcionava.
A segunda parte da história começa num Natal (foi uma prenda de Natal Paulo!) e lembro me de ficar super entusiasmada com a possibilidade de finalmente experimentar a máquina.
Descobri passado poucas experiencias que essa máquina tinha também uma avaria irreparável , descobrimos por sorte um habilidoso mecânico fotógrafo que quase com magia juntou as duas máquinas numa só a funcionar.
Uso a máquina regularmente e de facto devo confessar que a exibo com o maior orgulho, além desta história por trás, produz imagens incríveis!
Foi com certeza o melhor presente que o meu irmão já me deu!


De Paulo Sousa a 29 de Agosto de 2010 às 22:19
Não me lembrava do detalhe do dois em um, o que faz que a minha máquina ainda esteja no activo, como se de um dador de orgãos se tratasse. Tenho mais peças aqui em casa...
Fiquei surpreendido com a revelação que tinha sido a tua melhor prenda de Natal, pois pensava que tinha sido um par de meias com dedos que comprei no Colombo...



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