5 comentários:
De Eduardo Louro a 12 de Julho de 2010 às 17:09
Não vi, mas disseram-me (e eu acredito) que o Iniesta deu uma volta ao campo, no final do jogo, com a bandeira da Catalunha, imagem que as câmaras inadvertidamente captaram e de que imediatamente se desviaram. O futebol é um manto enorme, que tudo cobre. Que consegue unir o que tudo separa. Espanha não foge à regra…


De Paulo Sousa a 12 de Julho de 2010 às 21:55
O que para os espanhóis propriamente ditos (aqueles que pretendem manter o status quo), onde o Rei naturalmente se inclui, a vitória de ontem foi uma oportunidade para mostrar aos separatistas o que têm a ganhar em serem espanhóis.
Mas também já existirá quem sonhe com um título mundial de futebol, não espanhol mas catalão. A história do copo meio cheio ou meio vazio.


De Dylan a 15 de Julho de 2010 às 00:52


Agora que o Mundial de futebol terminou, importa reflectir sobre o significado que este acontecimento trouxe para o marginalizado continente africano que, apesar de um certo amadorismo, abriu definitivamente as portas para a organização de eventos de grande dimensão. Venceu a melhor equipa, aquela que desenha cada jogada como de uma obra de Gaudí se tratasse. Não deixa de ser irónico que, quando se fala da emancipação independentista da Catalunha, sejam os jogadores naturais desta província espanhola a fazerem a diferença, numa comunhão com bascos, andaluzes e madrilenos. Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias politico-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra.





De Paulo Sousa a 15 de Julho de 2010 às 01:48
Além da África do Sul, contam-se pelos dedos os países africanos com capacidade de organizar um evento desta dimensão. É pena, mas é um facto.
Sobre as quezílias politico-partidárias de que fala, acredito tanto em que se condicionem a um objectivo comum como acredito na Paz no mundo.


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