Actualidade e lugares

Domingo, 16 de Outubro de 2011
Recortes da Blogosfera

Há várias justificações para a moda Outono-Inverno de ir atrás dos ricos. Há quem diga que o que os ricos ganham é imoral em si mesmo. Há quem diga que o que é imoral é a diferença entre o que o ricos ganham e o que o resto da população ganha. Há ainda quem diga que o que é imoral é não cobrarmos impostos como os outros países. Nessa linha de raciocínio, também eu gostava de opinar sobre a imoralidade do que os outros ganham e se possível convencer alguém a usar o Estado para lhes tirar dinheiro. Em nome da justiça social claro.

Em 2009, um estudo do Banco de Portugal analisou a diferença entre os salários na função pública e os salários no sector privado. O estudo chegou a várias conclusões interessantes:

  1. O salário médio total na função pública era 73% superior ao do sector privado;
  2. O salário médio horário era 91% superior ao do sector privado;
  3. Quando comparadas funções equivalentes, o prémio salarial total relativamente ao sector privado era de 15%;
  4. Quando comparadas funções equivalentes, o prémio salarial horário relativamente ao sector privado era de 25%;
  5. O prémio salarial relativamente ao sector privado reduzia-se à medida que os funcionários públicos subiam na carreira.

Ou seja, os funcionários públicos, especialmente os que têm poucas qualificações e/ou estão em início de carreira, ganham mais e trabalham menos tempo.

Além destas diferenças, os funcionários públicos têm ainda acesso a benefícios generosos relação ao sector privado (ex: ADSE). E, como se isto não bastasse, até ver, não podem ser despedidos, logo, são poupados à “redução de poder de compra” de pelo menos 35% a que outros 675.000 portugueses que estão no desemprego não escaparam. Isto para não falarmos do facto de, não podendo ser despedidos, além de não se preocuparem com a perda instantânea de 35% do salário, também não precisam de se preocupar com o desaparecimento inevitável dos tais prémios salariais quando tivessem de arranjar um emprego no sector privado. Um pacote interessante, diria eu.

Para tornarmos a coisa mais interessante, podemos tentar estimar quanto valem esses benefícios e essa protecção. Tanto quanto o Google me informou, não há grandes estudos feitos sobre a matéria mas recentemente o Andrew Biggs andou a olhar para a coisa nos Estados Unidos e estimou que o efeito combinado dos prémios salariais (14%), do valor dos benefícios adicionais (63%) e do valor da segurança no emprego (17%) representariam um prémio global de 61% relativamente ao sector privado. Isto nos Estados Unidos, o país da OCDE com o mais baixo índice de protecção no emprego.

Porque é que isto é importante?

Isto é importante porque estas diferenças representam o valor que os funcionários públicos e os seus sindicatos conseguem extrair ao Orçamento de Estado apenas pelo facto de se sentarem à mesa, em sede de concertação social.Um sítio onde ninguém tem grandes incentivos para não torrar o dinheiro dos contribuintes. Os políticos, que apesar de tudo ainda têm de se sujeitar a eleições, quanto muito têm incentivos para disfarçar que o estão a fazer.

Ou seja, estes números representam a diferença entre as condições laborais minimamente concorrenciais que a maior parte de nós enfrenta no mercado laboral aberto, e as condições que os funcionários públicos enfrentam por estarem protegidos constitucionalmente dessa mesma concorrência.

Isto é importante porque estas diferenças ilustram bem que, ao contrário que muita gente pensa, pagar impostos não é ser solidário. Pagar impostos é assegurar que o nosso dinheiro é redistribuído de acordo com critérios políticos, critérios políticos esses que, pelos vistos, implicam uma transferência injustificada e desproporcional desse dinheiro para o bolso de 650.000 funcionários públicos, apenas por estes serem funcionários públicos. Pagar impostos é assegurar que essa transferência injustificada e desproporcional é feita de forma coerciva. Há quem diga que isto é moralmente equivalente a prestar uma ajuda voluntária a quem realmente precisa. Eu tenderia a dizer que isto é moralmente equivalente a um assalto à mão armada.

Isto é importante porque estes números permitem fazer umas contas simples e polvilhar o ajustamento orçamental que se avizinha com uma verdadeira “ética social”. Já que aparentemente é inconstitucional despedir funcionários públicos mas não é inconstitucional obrigar os portugueses a pagar os impostos que forem precisos para pagar os salários desses mesmos funcionários públicos, temos de recorrer a outros expedientes para simular os efeitos da concorrência laboral a que as pessoas que vivem no mundo real têm de se sujeitar.

O que eu sugiro é que o Governo anuncie que daqui a 6 meses todos os funcionários públicos verão os seus salários cortados, não em 38% como nas contas do Andrew Biggs, mas nuns modestos 13% (o equivalente apenas ao prémio salarial do estudo do Banco de Portugal). Até essa data, quem quisesse ir embora, poderia ir embora, com tempo suficiente para arranjar um emprego melhor. Se o Governo não quiser “desnatar” ainda mais a função pública pode anunciar que o corte será inversamente proporcional. Os funcionários com poucas qualificações, com mais concorrência no mercado laboral e com prémios salariais comparativamente superiores, teriam direito a um corte superior a 13%. Os funcionários mais qualificados, com menos concorrência no mercado laboral e com prémios salariais comparativamente inferiores, teriam direito a um corte inferior a 13%.

Quanto é que um corte de 13% nas despesas com pessoal representa? Representa aproximadamente 1,43% do PIB, cerca de 2.300 milhões de euros ou quase 3 vezes o que o Estado prevê arrecadar este ano com o imposto extraordinário.

Que tal? Liberté, égalité, fraternité, não é?

 

Tomás Belchior, O Insurgente



publicado por Paulo Sousa às 12:00
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011
Recortes da blogosfera

Que sobreviva a República!

 

No estado actual do país, existe uma única razão para assinalar o 5 de Outubro: o facto de não sermos uma monarquia. A república, esta que temos, exala um insuportável cheiro a bafio. Mas, não a trocava pelas lantejoulas e o néon de uma qualquer ideia de predestinação. Isto dito, neste preciso momento, não há nada mais a comemorar e há tudo para reflectir. O decoro imporia que o dia de amanhã se passasse em recolhimento e meditação. E, sobre o ruído obsceno das fanfarras e o semblante soerguido dos altos dignitários, melhor seria que se impusesse o silêncio da contrição e um piscar de olho honesto ao futuro. Há neste estertor que vivemos um contrato social em ruínas. Porque já não é deste tempo. E porque nunca foi cumprido. É urgente que nos aproximemos de um novo denominador mínimo e comum. Que reflicta exactamente o que somos, pobres e endividados como estamos. Mas, que não prescinda de uma dimensão aspiracional, que nos desafie a desbravar terreno. No momento actual, é óbvia a necessidade de temperar os direitos com obrigações. Devemos reconhecer que, no que diz respeito ao trabalho, à habitação, à educação, à assistência médica e à segurança social, cabe ao Estado assegurar o contexto. Mas, é a cada um dos cidadãos que cabe a responsabilidade pelo seu percurso. Não nos bastaria já um sistema de educação perfeito ainda que o tivéssemos. Numa sociedade avançada, o dia seguinte da educação é o mérito. Falta-nos fazer muito em matéria de educação. Falta-nos fazer tudo em matéria de mérito. Aos políticos não podemos aceitar que nos queiram fazer felizes. Porque o direito de o sermos ou não é nosso e inalienável. Deles apenas se pretende responsabilidade pelos seus actos Mas devemos exigir, por exemplo, que não sejam cúmplices de monopólios que repercutem nos preços cobrados aos consumidores as suas ineficiências. Precisamos muito de respeito pelos nossos impostos. E isso passa por uma criteriosa gestão de custos e benefícios. E também por não sermos taxados pelo sector privado, de forma explícita ou implícita, como tem acontecido no caso das parcerias impúdico-privadas. Não há nenhum rubor que se imponha por sermos pobres se, apesar de tudo, quisermos ainda ser justos e íntegros. A ética republicana,se existe, não é um ponto de partida e, por definição, nunca será um lugar de chegada. Mas, pode muito bem ser um caminho.

 

Rui Rocha, Delito de Opinião 



publicado por Paulo Sousa às 00:00
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Recortes da blogosfera

 

O presidente do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, disse hoje que o "pecado" da Madeira foi querer alcançar o nível de vida da Europa, mas que para isso foi preciso "fazer investimento", o que "custou dinheiro"

 

O pecado da Madeira foi o mesmo de muitas famílias portuguesas, do governo português da Grécia. Confundir prosperidade com o aumento do consumo sustentado pelo crédito.

 



publicado por Paulo Sousa às 14:00
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Domingo, 18 de Setembro de 2011
Recortes da imprensa

Velhos políticos em pânico

 

Os discursos, os rituais, as práticas e algumas das últimas decisões corajosas estão a consolidar o início de uma transformação radical, permitindo descortinar um novo tipo de governação que marca uma inequívoca ruptura com as últimas três décadas.

Lentamente, e ainda que com hesitações e até erros, a actuação do governo tem resultado na credibilização de alguns dos seus ministros mais jovens e politicamente desconhecidos.

Não foi por acaso, certamente, que Mário Soares, com a perspicácia que lhe é reconhecida, disparou sobre o porta-aviões da nova geração: Vítor Gaspar. Do alto da sua arrogância política, sempre desculpada pelo seu papel na fundação da democracia, o ex-Presidente da República chamou "político ocasional" ao ministro das Finanças. De facto, foi o maior elogio que lhe podia fazer, atestando que Vítor Gaspar chegou à política por mérito do seu percurso académico e profissional, e não pela via da ascensão partidária ou da habilidade para transportar maletas.

A referência de Soares diz tudo sobre a incomodidade sentida por alguns velhos políticos quando uma nova geração começa a controlar as rédeas do poder.

O mais extraordinário é que o "animal político" confessou, com sinceridade, que não compreende o discurso de Vítor Gaspar. Porventura, até poderia ter acrescentado o mesmo em relação aos ministros Álvaro Santos Pereira (Economia e Emprego), Paula Teixeira da Cruz (Justiça), Paulo Macedo (Saúde), Pedro Mota Soares (Solidariedade e Segurança Social) e Nuno Crato (Educação e Ciência).

Foi preciso bater no fundo para ser perceptível o enorme fosso que o tempo cavou entre os velhos e os novos governantes.

Quem sempre resolveu as crises com a mão esticada em direcção à ajuda externa não entende que há outros caminhos. Ninguém nega o seu mérito em retirar o país da ditadura e da miséria, mas chegou o momento de dar lugar aos mais jovens, sujeitando-se ao julgamento político do esbanjamento do extraordinário fluxo dos fundos comunitários. Por isso não admira que alguns velhos políticos estejam em pânico, temendo cair do pedestal em que os colocaram.

Pior que o legado de um país falido, só mesmo esta tentativa de começar a enfraquecer gratuitamente um governo que acredita que o país não pode continuar a pagar um modelo de de- senvolvimento sustentado pelo Estado, um Serviço Nacional de Saúde medíocre e despesista, uma justiça ineficaz e minada pelos partidos políticos e um sistema de ensino burocratizado e deficiente, entre outros estrangulamentos. 

Sem prejuízo da crítica, é preciso dar uma oportunidade a quem está a demonstrar que está apostado na ruptura com um modelo esgotado, cuja tolerância à corrupção engordou escandalosamente a classe dirigente e empobreceu o país, de negócio de Estado em negócio de Estado, de empresa pública falida em empresa pública falida.

Portugal não está condenado a ser pobre, a perpetuar as desigualdades gritantes e a adiar as reformas estruturais vitais sob a capa de slogans estafados. Nem precisa de uma espécie de tutela permanente dos fundadores da democracia. Apenas necessita que a nova geração de governantes esteja à altura dos tempos, seja capaz de se libertar de amarras ideológicas e da teia de compromissos insondáveis, de forma a honrar os sacrifícios exigidos aos portugueses.

 

Rui Costa Pinto, Jornal i



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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
Recortes da blogosfera
Foi Margaret Thatcher que disse que a sociedade não existe, só existem indivíduos e famílias. A frase, muito citada, reflecte um pensamento em que a direita se revê: culpar a sociedade é desculpabilizar os indivíduos, os únicos cuja existência pode ser comprovada pelas leis da física, logo os únicos que podem ser responsabilizados por tudo o que de bom ou mau acontece na praça pública.

Negar à sociedade qualquer responsabilidade, ou até a própria existência não é, porém, uma tese menos absurda que a da esquerda idealista que a todos perdoa, imputando as culpas das falhas humanas ao sistema.

As reflexões que os tumultos do Reino Unido suscitaram à direita e à esquerda confirmam que o mundo pode estar a mudar, mas o pensamento não. Enquanto os miúdos partiam montras na rua, os analistas vestiam as camisolas dos respectivos "clubes" e atiravam aviõezinhos de papel uns aos outros despejando as cartilhas da direita e da esquerda que já conhecemos de cor. Em tempo de crise, quando vemos o mundo que conhecemos a ameaçar ruir, estranho esta aparente falta de interesse em tentar perceber o que se passa. Deve ser reactivo este retorno ao discurso vincadamente ideológico que parece estar a voltar em força. O problema é que implica sempre alguma desonestidade intelectual, porque é, por natureza, redutor. Entretanto a História, que não é rapariga para se empatar com estas coisas, vai fazendo o seu caminho. E que depressa que ela vai. Receio que mais uma vez nos ultrapasse pela direita e fique a rir-se de nós.

 

Teresa Ribeiro, Delito de Opinião



publicado por Paulo Sousa às 23:00
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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011
Recortes da blogosfera

Dois meses depois, não há reformas, dizem eles - os que nunca reformaram nada ou estiveram sempre na primeira linha do combate a todas as reformas no aparelho de estado. Dois meses depois, não há cortes na despesa, dizem eles - os que sempre contribuiram para avolumar a despesa.

Eis que surge o primeiro corte substancial na despesa, com a fusão de dois institutos públicos que permite poupar 14 milhões de euros, e os mesmos recomendam agora que se trave a fundo. "Estas fusões não se anunciam sem estar bem estudadas e sem haver um cronograma", brada um. "Não há razões para queimar etapas. As questões devem ser profundamente debatidas", proclama outro.

Os mesmos de antes, os mesmos de sempre. Por isso é que o País está como está.

 

Pedro Correia, Delito de Opinião



publicado por Paulo Sousa às 21:30
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Recortes da imprensa

«Uma das coisas mais interessantes desta crise é a de verificarmos semelhanças entre os países do Sul da Europa, nomeadamente entre nós, Espanha, Itália e Grécia. A história do mundo ocidental que hoje conhecemos assenta em boa parte no que foi gerado nestes quatro países em termos de cultura, história, equilíbrio entre o homem e a natureza, e o grande prazer de viver com o Sol, os sabores gastronómicos riquíssimos, as praias, a paisagem. Se nos tivermos de virar para algum lado, parece claro que a nossa herança genética está aqui.

E este pode ser o nosso plano B. Talvez tenhamos de construir um destes dias a tal Europa do Sul com italianos, gregos e espanhóis a fazerem-nos companhia. Será mais pobre mas pode incluir uma moeda para os quatro, ter França como uma zona de passagem neutra, talvez incluir os países dos Balcãs como novos mercados. E nós, os do Mediterrâneo europeu, não metemos medo aos turcos, aos marroquinos, aos egípcios, etc.. Não somos a Europa xenófoba.

Estamos numa luta contra o tempo e no nosso sangue não corre a geometria decimal com que a troika nos obriga a vender tudo como se não houvesse no fundo da nossa memória esta questão: quase mil anos como nação independente. Sim, é essencial tornar o país menos dependente do financiamento externo e pôr as contas em ordem. Mas que países do Norte da Europa nos vão perdoar, mesmo depois de termos feito tudo, e não for suficiente? Não tenhamos ilusões: quem trata mal os gregos, vai-nos tratar mal a nós.»

Daniel Deusdado, no Jornal de Notícias



publicado por Paulo Sousa às 21:00
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
Recortes da blogosfera

Um grupo de manifestantes que protestasse nas ruas de Madrid ou de qualquer outra capital europeia contra a visita de um dirigente espiritual islâmico seria logo rotulado de "antimuçulmano". Os participantes nessa manifestação ganhariam de imediato o epíteto de "islamófobos" e não faltaria quem sublinhasse a necessidade de combater ódios religiosos em nome da liberdade de crença e do respeito pela fé alheia.

Tudo muda quando esse dirigente espiritual é o Papa. Os manifestantes passam a ser "laicos", nenhum deles é descrito como anticatólico e muito menos como vaticanófobo. Os gritos de "Papa nazi", "assassinos", "ignorantes", "pedófilos" e "filhos da puta" com que nestes dias alguns destes "laicos" têm brindado centenas de milhares de jovens católicos inserem-se na naturalíssima liberdade de manifestação que justifica aplauso dos mesmos que se indignariam com uma ruidosa reunião de "islamófobos".

Isto deve fazer-nos reflectir sobre a importância das palavras no espaço comunicacional. Nenhuma delas é neutra, nenhuma delas é irrelevante: todas nos chegam carregadas de ideologia. Compete ao bom jornalismo evitar as armadilhas da linguagem que estabelecem dois pesos e duas medidas para situações similares. Porque o preconceito ataca quando menos se espera. Sobretudo o preconceito daqueles que se proclamam livres de preconceitos.

 

Pedro Correia, Delito de Opinião



publicado por Paulo Sousa às 11:00
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011
Recortes da blogosfera

Há quase quatro anos que o liberalismo foi julgado, culpado e anunciado em extinção, apesar da crise ter sido causada em boa parte pelo socialismo europeu e seus congéneres americanos que, com a ajuda dos bancos, despejaram dinheiro sobre o povo como se não houvesse amanhã. Hoje, os mesmos arautos anunciam, alto e bom som o fim do capitalismo, um thinking da canga revolucionária pseudointelectual dominante.

Eles não aprendem. O fim do capitalismo é um pouco como o fim do mundo: estão condenados a acabar ao mesmo tempo. Porque o capitalismo é intrinsecamente humano, inseparável da liberdade, condição essencial da sobrevivência da espécie. Acontece que o homem, e por inerência o capitalismo são senhores duma extraordinária resiliência: adaptam-se para sobreviver. O mundo não acaba amanhã: por muito que nos custe, temos é muito que padecer e batalhar. É a nossa condição.

 

João Távora, Corta-fitas



publicado por Paulo Sousa às 22:00
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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011
Recortes da blogosfera, ou, como o regresso à realidade pode tornar o nosso país bem melhor

Transportes públicos aumentam 15%

 

1. O preço dos transportes para os utentes vai aproximar-se do valor real.

2. Utentes passam a ter incentivo para seleccionarem melhor o local onde vivem e a localização do emprego que têm (efeito positivo desta medida terá que ser complementado com medidas que liberalizem o mercado de arrendamento)

3. Empresas passam a ter um incentivo para se localizarem nas cidades satélite, tornando-as mais autónomas e reduzindo os movimentos pendulares  (como os custos de transporte aumentam, o diferencial de salários entre o centro e a periferia vai aumentar)

4. O Estado reduz o subsídio à suburbanização dos grandes centros urbanos.

5. Empresas públicas de transportes deixam de destruir tanto valor.

6. Aquele mundo esquizofrénico em que se subsídia a mobilidade e o combate à desertificação dos centros históricos começa a acabar.

7. A conversa  “o local X não tem transportes” passa a  fazer menos sentido. A partir do momento em que se reconhece que o transporte público não é barato, pressão para expansão da rede pública e do respectivo buraco financeiro diminui.

 

João Miranda, Blasfémias



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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
Recortes da blogosfera

"Todos os países têm serviços secretos. Para que servem? Não sei. Presumo que investiguem o passado e o presente de pessoas individuais ou colectivas em prol da segurança do Estado que os criou. Também todos os países têm um Governo. Para que serve? Tenho dúvidas. Mas não tenho a menor dúvida de que, estando em causa o exercício de um poder naturalmente forte sobre um povo naturalmente fraco, os seus elementos devem ser pessoas idóneas e acima de qualquer suspeita, e que, nesse sentido, nenhuma investigação às suas vidas públicas e até privadas (dentro de certos limites) é demais. Não compreendo, por conseguinte, onde se está a querer chegar com esta ridícula exploração mediática do caso Bairrão."

 

Luisa Correia, Corta-fitas



publicado por Paulo Sousa às 00:30
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
Recortes

 

Na recta final da novela em que se tornou a eleição do Presidente da Assembleia da República, acabou por emergir a deputada Assunção Esteves. Embora com experiência parlamentar e merecedora de respeito dos seus pares, era uma figura de segunda linha no mediatismo da política. O seu extenso curriculo em matérias juridicas garante rigor para a função para que foi eleita, ao que o facto de ser mulher também a terá ajudado na eleição para o segundo cargo da República.

A título de recorte para a posterioridade deixo aqui um excerto do seu notável discurso de tomada de posse.

 

"Presidir ao Parlamento constitui a maior honra da minha vida.  Porque o Parlamento é a liberdade que se fez instituição, consequência da razão moderna, do pensamento das Luzes, da coragem dos Justos.  Nós, os deputados, somos portadores de um mandato que se gera na igualdade e na liberdade. Damos corpo a um poder que se forma na moral universal, que dita os critérios da justiça. 
- Que orgulho, senhores deputados, e que responsabilidade que é estarmos aqui."



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Segunda-feira, 13 de Junho de 2011
A vitória histórica de Pedro Passos Coelho

Vale a pena repetir a evidência: em 200 anos de poder constitucional, o eleitorado português nunca tinha derrubado o primeiro-ministro entrincheirado no poder (a comédia Santana não conta). No domingo passado, isso aconteceu pela primeira vez. Passos foi o primeiro a conseguir derrubar nas urnas o poder do statu quo. Na Monarquia Constitucional, quem estava no poder ganhava sempre as eleições. Sempre. Na I República e no Estado Novo, as eleições não eram bem eleições. E, nesta III República, nós nunca tivemos a oportunidade para derrubar eleitoralmente o primeiro-ministro: Cavaco saiu antes de ser derrubado, Guterres fugiu, Barroso pulou a cerca, porque quis ser o imperador burocrático. Sócrates foi o primeiro a cair nas urnas. No domingo, o país fez história. Eis um facto que merecia mais atenção.

Henrique Raposo no Expresso.



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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011
O Estado ao serviço do partido

A Agência Nacional para a Qualificação (ANQ), sob tutela dos ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação, recebeu um pedido para que fossem recolhidos testemunhos abonatórios que pudessem ser utilizados na sessão do PS com José Sócrates e o cabeça-de-lista por Lisboa, Ferro Rodrigues.

 

Correio da Manhã, 18/05/2011

 

 



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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
Estado Social segundo o PS

 

Recortado daqui.



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Domingo, 8 de Maio de 2011
Recortes da blogosfera

 

É também isto que está em causa no 5 de Junho

 

Estes biltres de Sócrates usaram os desenhos feitos por uma criança com cancro para insinuarem que um Governo do PSD a impediria de ter acesso ao Serviço Nacional de Saúde é bem a marca da miséria moral que caracteriza a central de intoxicação do governo ps.

 

O PSD defende simplesmente que quem ganha 4 ou 5 mil euros limpos pode pagar, se calhar, uma taxa moderadora superior a uma pessoa que aufere 600 ou 700 euros mês, já que essa taxa só cumpre efectivamente a sua função moderadora se tiver um peso financeiro proporcional aos diferentes níveis de rendimentos dos utentes (de resto, se agora essas taxas vão subir é graças à situação de bancarrota a que o PS conduziu o País). Nunca sustentou o PSD que os utentes deveriam pagar o custo real dos cuidados. Bem pelo contrário: preconiza um "serviço nacional de saúde universal e geralnão podendo, em caso algum, o acesso ser recusado por insuficiência de meios económicos."Mas, é claro, não há nada como repetir as mentiras do 'chefe máximo' e não ter a mais leve ponta de escrúpulos. Uma especialidade deste ps.

 

Correr com esses gangsters que conspurcam e envenenam a vida portuguesa e tentam despudoradamente enganar os eleitores tornou-se pois um imperativo nacional. Em nome da mais elementar decência.

 

Ver estas manobras e pensar em coligações com esses porcos? Antes com o diabo...

 

Copiado do Rui Crull Tabosa daqui



publicado por Paulo Sousa às 08:00
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Sábado, 30 de Abril de 2011
Recortes da imprensa

«A TVI lá fez mais uma entrevista a Sócrates, ajeitando-se à agenda do líder do PS. Como se comprovou no final, a entrevista foi, para o país, totalmente inútil. Zero de conteúdo. Quaisquer que sejam as perguntas, ele repete à exaustão as mesmas cinco frases memorizadas. Hábil a intimidar entrevistadores, ignora-lhes as perguntas, debitando o menu decorado e queimando tempo.
Judite Sousa não colocou diversas perguntas importantes e não obteve respostas às que colocou. Resultado: um festival de propaganda pessoal, mais um em poucas semanas. Sócrates só falou de si mesmo — o seu tema preferido — ou repetiu as cinco frases combinadas lá na Central de Propaganda. E, ajudado pela entrevistadora, alimentou a agora habitual confusão total entre primeiro-ministro e secretário-geral do PS.
A estranha última pergunta de Sousa sobre a vida privada de Sócrates foi colocada ao secretário-geral do PS na sede do governo de Portugal. Sousa apresentou Sócrates como "divorciado" e "com dois filhos" e perguntou-lhe se "tenciona fazer campanha eleitoral com a família". Recorde-se que nas presidenciais apareceram familiares de todos os candidatos nas campanhas e nenhum jornalista, nem Sousa, os interrogou sobre isso.
A pergunta permitiu a Sócrates fazer exactamente o que disse que não vai fazer: usar os filhos. Mencionou duas vezes o "amor aos meus filhos". Disse também "sempre os procurei proteger". Ora, na campanha de 2009, em entrevista à SIC, Sócrates fez "referências premeditadas" aos filhos (como lhes chamou então um dirigente da agência de comunicação LPM). Também a sua vida privada foi usada em ocasiões escolhidas a dedo ao longo dos anos. Mais de uma vez as revistas cor-de-rosa souberam com antecipação onde ele estaria em momentos "privados" com uma alegada namorada; e numa entrevista ao Diário de Notícias na campanha de 2009 ele falou da alegada namorada (i, 21.09.09).
Na acção mediática de Sócrates não há nada, mas rigorosamente nada, que surja ao acaso. As "respostas" em entrevistas são frases decoradas. Toda a sua agenda e a do Estado que comanda estão planeadas para obter ou evitar efeitos mediáticos. Por exemplo, a correcção para baixo do défice foi divulgada pelo INE no sábado de Páscoa, com o país político ausente. A gestão de danos é brilhante: a Central obliterou Teixeira dos Santos dos media quando este, a bem de Portugal, traiu Sócrates e falou da necessidade da ajuda externa.
A Central vai debitando diariamente pequenos "casos" para a imprensa: através de dirigentes e outras figuras do PS (as ordinarices de Lello não são "arreliadoras deficiências tecnológicas" mas declarações públicas calculadas, cabendo a Lello o papel de abandalhar os políticos em geral); ou através de "fontes", ou nem isso, como nas campanhas negras na Internet. Essa acção permanente da Central, 24 horas por dia, desgasta os adversários, em especial o principal partido da oposição, sem a mínima preparação para enfrentar uma organização profissionalíssima, que hoje atingiu a dimensão de um embrião de polícia política de informações, agindo exclusivamente através dos media e Internet, directamente ou através de apaniguados ou ingénuos.
O desgaste dos adversários ainda está no princípio. Dado que Cavaco Silva e os ex-presidentes pediram uma campanha eleitoral esclarecedora, caberá à Central de Propaganda oculta e semi-secreta ao serviço do PS encher os media e a blogosfera de "casos", invenções, mentiras, factóides descontextualizados, etc. Esta Central tem acesso a informações, por métodos quase científicos de busca, selecção e organização de informações, a que os jornalistas não têm ou não podem ter acesso, ou nem sonham que existem. A Central conhece o passado de todos quantos agem no espaço público e ousam desagradar ao PS-Governo. A Internet é usada para divulgar elementos "comprometedores" da sua vida. Fernando Nobre e família foram alvo desses ataques mal ele se candidatou pelo PSD. Nos EUA tem crescido igual tipo de desinformação, como a campanha negra por republicanos mais primários de "dúvidas" acerca da nacionalidade de Obama.
A brutalidade da desinformação e das campanhas negras atinge não só os adversários políticos, mas todos os que exerçam livremente a liberdade de expressão. Como o PS-Governo vive exclusivamente dos media, a Central visa em especial os comentadores e jornalistas que considere fazerem algo negativo para os seus interesses.
A jornalista Sofia Branco foi recentemente demitida de editora na agência LUSA por se ter recusado, com critérios editoriais, a pôr em linha uma "notícia" oriunda da Central de Propaganda. Recorde-se que o director de Informação da LUSA foi uma escolha pessoal de Sócrates e que o seu administrador principal é amigo pessoal de Sócrates. A demissão teve carácter de exemplo, pois visa recordar a todos os jornalistas, começando pelos da LUSA, que "quem se mete com o PS leva".
O caso revela a Central em acção. Uma correspondente da LUSA recolheu uma declaração dum assessor do primeiro-ministro que este atribuiu a Sócrates. A editora da LUSA não quis divulgar declarações dum assessor como se fossem de Sócrates (dado que não eram de Sócrates!); disponibilizou-se para ouvi-las do próprio, mas o assessor negou a hipótese. A editora rejeitou a "notícia". Acontece que a Central precisava que a "notícia" fosse vomitada para os media naquele dia; por isso, a chefia da LUSA soube logo do caso e colocou a "notícia" em linha; a editora foi liminarmente demitida, retaliação que já seria de dureza totalmente desajustada ao normal funcionamento de uma redacção se a editora tivesse procedido mal. No dia seguinte, Sócrates disse a tal frase que fora dita pelo assessor: é o habitual processo de inculcação pela repetição.
Sofia Branco foi demitida por ser jornalista. Se houve "quebra de confiança", como a direcção socretista da LUSA invocou, não foi no profissionalismo da editora, mas sim quebra de confiança da Central de Propaganda numa jornalista que agiu como jornalista. "Hoje, 27 anos depois do 25 de Abril, faz-se jornalismo com medo", disse Sofia Branco ao P2 (25.04).
A pressão infernal sobre os jornalistas deu resultados extraordinários nestes seis anos. Somada a campanhas negras e cumplicidades no seio dos media, permitiu a Sócrates ganhar em 2009 e está a permitir-lhe recuperar nas sondagens em 2011.
A estratégia da Central para esta campanha já está delineada. Um dos elementos tem passado despercebido: através de pessoas como Lello e de comentários anónimos produzidos pela Central e despejados na blogosfera e caixas de comentários, repete-se a ideia de que os políticos são todos iguais, todos corruptos, nem vale a pena ir votar. A Central sabe que a percentagem do PS pode subir se a abstenção crescer. O paradoxo de um partido fomentar subrepticiamente a abstenção explica-se: como os eleitores mais livres votariam mais facilmente na oposição, neutralizá-los diminui os votos nos outros e aumenta a proporção relativa do núcleo duro dos eleitores do PS.
Outro elemento que favorecerá essa estratégia será a habitual forma de as televisões cobrirem as campanhas na estrada. Apesar da crise no país, é provável que a cobertura televisiva se concentre, como habitualmente, nos almoços da "carne assada", nas declarações da velhota na rua, do comerciante à porta, do militante de reduzida inteligência, no "isto está uma loucura" do jornalista empurrado por jornalistas, etc. Enfim, fait-divers sem conteúdo político e sem relação com o discurso dos responsáveis partidários.
Se as televisões juntarem às habituais reportagens da "carne assada" e da velha que grita na rua alguma cobertura aos "casos" emanados da Central, estará lançada a confusão que serve um único entre todos os partidos: o PS-Governo. Tudo o que não esclareça políticas, divirja para os "casos" do dia e para o diz-que-disse, em que a Central tem mestria absoluta, servirá para impedir um esclarecimento mínimo (desfavorável a quem governou) e para induzir descontentes a absterem-se. Se fizerem uma cobertura das campanhas como a de 2009, as televisões estarão a colaborar, não indirecta, mas directamente com a governação dos últimos anos e com a aplicação concreta, diária, da estratégia de desinformação e propaganda. »

 

Eduardo Cintra Torres, Público

 

Copiado daqui



publicado por Paulo Sousa às 08:00
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
Um texto para reler daqui a algum tempo e entender o presente de então

A avaliar pelos lamentáveis episódios dos últimos dias, já dá para perceber que esta campanha eleitoral promete ser lamentável. A única maneira de não se discutirem os problemas do País será discutir até à náusea todos os assuntos irrelevantes. E é isso que os socialistas tentarão fazer.

Trata-se de um sintoma de uma patologia cada vez mais crónica na nossa sociedade, a negação da realidade. Existe muito nas famílias divididas, nos casais à beira do divórcio, nas empresas perto do colapso, nos países com más elites.

Fala-se durante tempos imensos sobre coisas laterais e escondem-se os temas importantes. O que possa ser incómodo é ignorado.

A crise não explica tudo, sobretudo não explica o clima de violência verbal quando estala o verniz numa simples conversa sobre clubes de futebol. Imagino que o mal seja mais profundo e que muitos portugueses, de facto, acreditem que estamos a entrar num período de declínio irreversível. Um deslizar fatalista para o desastre.

Os eleitores sabem que isto falhou tudo, que estão perante a perspectiva do empobrecimento acentuado num horizonte de uma década, mas a responsabilidade é algo difusa, imprecisa. Ouvimos dizer que "a culpa é de todos" e questionamo-nos sobre a nossa culpa. "Que fiz eu de errado, senão trabalhar como um louco e para o país acabar nisto?"

Ao fim de um ano de sacrifícios mal distribuídos, estamos perante a perspectiva de um resgate internacional onde aparecemos como pedintes irresponsáveis. Os nossos parceiros europeus (supostamente mais do que simples aliados) humilham-nos como não aconteceu em intervenções anteriores. E, desta vez, não temos a margem de manobra do passado, não podemos desvalorizar a moeda, sendo a dívida bem mais elevada.

Seria lógico que o País estivesse a discutir o seu modelo económico, que fracassou em toda a linha; a mudar tranquilamente as elites políticas, que não souberam ou não quiseram actuar. Mas parece existir uma paralisia da inteligência que transforma todos debates em berratas laterais, todas as discussões em trincheiras. 

Os socialistas estiveram no poder nos últimos seis anos e presidiram a um processo de endividamento sem precedentes, surdos a todos os avisos, concentrados em satisfazer a avidez das suas clientelas. E, no entanto, a comunicação social parece aceitar bovinamente que não haja discussão sobre esta herança.

A negação da realidade que se instalou nos últimos anos é um fenómeno muito perigoso. Nas famílias divididas acaba em zangas de décadas; os casais, em divórcios mais dolorosos, com as crianças transformadas em armas de arremesso. As empresas e os países, esses, caminham para a falência e para o conflito civil.

Encarar a realidade é a nossa única saída. Os portugueses devem exigir uma campanha política transparente e verdadeira, que discuta de forma séria e compreensível como foi cavado este buraco e como é que o País sai dele. Os eleitores devem punir quem tentar desviar as atenções do essencial: da crise, dos seus efeitos e das opções que se colocam para a resolver.

 

Roubado ao Luis Naves daqui.



publicado por Paulo Sousa às 08:00
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
O que será que o PSD pensa sobre esta lista?

Entidades do Sector Institucional das Administrações Públicas 2009

Fonte: INE

.

A. N. M. P. – Associação Nacional de Municípios Portugueses

Abomarão – Associação de Freguesias da Aboboreira e Marão

Abranpolis, Empresa de Desenvolvimento E.M.

Academia das Artes da Maia – Produções Culturais E.M.

Acção Pdl – Empresa Municipal de Urbanização, Requalificação Urbana e Ambiental

Adl – Águas de Longroiva, Exploração e Gestão de Águas Termais, E.E.M.

Adral – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, S.A.

Ain – Agro-Industrial do Nordeste, S.A.

Am – Aquário da Madeira, E.M.

Amagás – Associação de Municípios Para O Gás

Amagra – Associação de Municípios Alentejanos Para A Gestão Regional do Ambiente

Amalga – Associação de Municípios Alentejanos Para A Gestão do Ambiente

Amamb – Associação de Municípios do Alto Alentejo para o Ambiente

Ambifaro – Agência Para O Desenvolvimento Económico de Faro, S.A.

AMC – Vouga Associação de Municípios do Carvoeiro – Vouga

Amcal – Associação de Municípios do Alentejo Central

Ampv – Associação de Municípios Portugueses do Vinho

ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias

Anima Cultura – Sociedade de Concepção e Gestão de Projectos de Animação e Desenvolvimento

Sócio-Turístico, Unipessoal Lda

Apor – Agência Para A Modernização do Porto, S.A.

Área Metropolitana de Leiria

Área Metropolitana do Porto

Areal Dourado – Eventos, Gestão de Equipamentos Desportivos e Culturais e Acção Social, E.E.M.

Assoc. de Munic. /Cascais Oeiras e Sintra P/. Tra. /Resd. Sólidos – (Amtres)

Associação de Freguesias da Cidade de Beja

Associação de Freguesias da Raia e do Côa

Associação de Freguesias da Ribeira dos Cadelos

Associação de Freguesias de Direito Público da Cidade de Santarém

Associação de Freguesias de Direito Público de Arganil

Associação de Freguesias do Concelho da Lourinhã

Associação de Freguesias do Concelho de Évora

Associação de Freguesias do Concelho de Óbidos

Associação de Freguesias do Município de Mafra

Associação de Municípios da Ilha de São Miguel

Associação de Municípios da Ilha do Pico (Amip)

Associação de Municípios da Região Dão-Lafões

Associação de Municípios da Região de Setúbal

Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão

Associação de Municípios da Terra Fria do Nordeste Transmontano

Associação de Municípios das Terras de Santa Maria

Associação de Municípios do Alto Tâmega – AMAT

Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral

Associação de Municípios do Baixo Sabor de Fins Específicos

Associação de Municípios do Distrito de Évora (Amde)

Associação de Municípios do Douro Superior

Associação de Municípios do Enxoé (Ame)

Associação de Municípios do Norte Alentejano

Associação de Municípios do Oeste

Associação de Municípios do Pinhal Interior Norte

Associação de Municípios do Pinhal Litoral

Associação de Municípios do Vale de Sousa – VALSOUSA

Associação de Municípios do Vale do Ave

Associação de Municípios do Vale do Cávado

Associação de Municípios do Vale do Côa

Associação de Municípios do Vale do Douro – Norte

Associação de Municípios do Vale do Douro-Sul

Associação de Municípios do Vale do Minho

Associação de Municípios Loulé/Faro – A.M.L.F.

Associação de Municípios Para Estudos e Gestão da Água – Amega

Associação de Municípios para o Ensaio de Materiais

Associação de Municípios Raia – Pinhal

Associação de Municípios Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

Associação dos Municípios da Cova da Beira

Associação dos Municípios da Terra Quente Transmontana

Associação dos Municípios das Regiões Bairrada/Vouga

Associação dos Municípios do Triângulo

Associação Freguesias Serra Caramulo

Associação Intermunicipal Alo – Digital

Associação Intermunicipal de Água da Região de Setúbal – A.I.A.

Associação Intermunicipal Serra Estrela

Associação Municípios Natureza e Tejo

Associação Municípios Pinhal Interior Sul

Associação Portuguesa dos Municípios Com Centro Histórico

Associação Regional dos Municípios do Vale do Távora

Associação Transfronteiriça dos Municípios das Terras do Grande Lago Alqueva

Avale – Associação de Freguesias do Vale do Leça (Maia)

Avepark – Parque de Ciência e Tecnologia, S.A.

Baixa Pombalina Sru – Sociedade de Reabilitação Urbana E.M.

Barrosana – Administração e Gestão do Património do Município E.M.

Basto Solidário – Serviços de Acção Social e Cuidados de Saúde E.M.

Bragahabit – Empresa Municipal de Habitação de Braga – E.M.

Brancelhe/Cooperativa de Prestação de Serviços Culturais e Turísticos

C. D. R. – Cooperação e Desenvolvimento Regional, S.A.

C.I.M.A.L. – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral

Caça e Turismo Terras de Vimioso Lda

Caid – Cooperativa de Apoio À Integração do Deficiente Ciprl

Cais Invest, Empresa Para O Desenvolvimento do Município de São Roque do Pico, E.M.

Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto – Cedp, S.A.

Centro de Estudos e Formação Aquiles Estaço, Lda

Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Vila Velha de Rodão

Cim do Ave – Comunidade Intermunicipal do Ave

Cmpl – Porto Lazer – Empresa de Desporto e Lazer do Município do Porto, E.E.M.

Coimbra Inovação Parque – Parque de Inovação Em Ciência, Tecnologia e Saúde, S.A.

Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo

Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro – Baixo Vouga

Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo

Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (Cim-Bm)

Comunidade Intermunicipal do Cávado

Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo

Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima

Comunidade Intermunicipal do Pinhal

Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa

Comunidade Urbana do Vale do Sousa

Comurbeiras – Comunidade Urbana das Beiras

Comurbtâmega – Comunidade Urbana do Tâmega

Culturguarda, Gestão da Sala de Espectáculos e Actividades Culturais E.M.

Culturpico, Equipamentos e Projectos Para O Desenvolvimento do Município das Lajes do Pico,

E.E.M.

Culturval Gestão de Equipamentos Culturais de Vila Real, E.E.M.

D.L.C.G. – Desporto, Lazer e Cultura de Gouveia, E.E.M.

Desenvolvimento Turístico da Costa do Estoril E.M.

Desmor E.E.M.

E. P. F. – Ensino Profissional de Felgueiras Lda

E. P. R. M. – Escola Profissional de Rio Maior Lda

Ecalma – Empresa Municipal de Estacionamento e Circulação de Almada E.M.

Edeaf – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Alfândega da Fé E.M.

Educa – Empresa Municipal de Gestão e Manutenção de Equipamentos Educativos de Sintra,

E.E.M.

Egeac – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, E.E.M.

Ema – Estádio Municipal de Aveiro E.M.

EML – Empresa Municipal de Urbanização, Requalificação Urbana e Ambiental e Habitação Social

de Lagoa, E.M.

Empet – Parques Empresariais de Tavira E.M.

Empreendimentos do Norte Lda

Empreendimentos Solcalheta, E.E.M.

Empresa de Melhoramentos de Alcanena, S.A.

Empresa Municipal Celoricense-Gestão de Espaços Culturais e Sociais, EM

Empresa Municipal de Cultura e Recreio – E.M.cr de Seia – E.M.

Empresa Municipal de Desportos de Barcelos, E.E.M.

Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos E.M.

Ensinansiães – Ensino Técnico-Profissional – Cooperativa de Interesse Público de

Responsabilidade Limitada

Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal

Epa – Escola Profissional de Alte Ciprl

Epave-Escola Profissional do Alto Ave, Sociedade Unipessoal Lda

Epb – Escola Profissional de Braga Lda

Epralima – Escola Profissional do Alto Lima – Cooperativa de Interesse Público e

Responsabilidade Limitada

Ept-Ensino Profissional de Tomar Lda

Escola Intercultural Profissões e Desporto Amadora E.M.

Escola Profissional da Mealhada Lda

Escola Profissional de Vouzela, Soc Unipessoal, Lda.

Escola Profissional do Marques de Valle Flôr, Lda

Espaço Povoação – Empresa Municipal de Actividades Desportivas, Recreativas e Turísticas E.M.

Esuc – Empresa de Serviços Urbanos de Cascais E.M.

Falcão Cultura, Turismo e Tempos Livres, E.M.

Fatiparques – Parques de Negócios Ourém / Fátima, S.A.

Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis (Famoa)

Federação dos Municípios da Ilha de São Miguel

Feira Viva, Cultura e Desporto, E.E.M.

Figueira Cultura e Tempos Livres E.M.

Figueira Grande Turismo – E.E.M.

Flores Invest, Empresa Municipal de Desenvolvimento, S.A.

Fortaleza de Cascais E.M.

Fozcoactiva – Gestão de Equipamentos Desportivos e Culturais, E.E.M.

Fozcoainvest – Energia, Turismo e Serviços E.M.

Futurolhão – Investimentos e Iniciativas de Desenvolvimento, E.M.

Gaianima – Equipamentos Municipais E.E.M.

Gaiasocial-Entidade Empresarial Municipal de Habitação, E.E.M.

Gamal – Grande Área Metropolitana do Algarve

Geodesis Turis – Promoção e Gestão Turística de Vila de Rei E.M.

Gescadaval – Gestão de Instalações e Equipamentos de Desporto, Cultura e Lazer EM

Grande Área Metropolitana de Lisboa

Grande Área Metropolitana de Viseu

Grande Área Metropolitana do Minho

Guarda Cidade Desporto E.M.

H.S.N. – Empresa Municipal de Habitação Social do Concelho do Nordeste E.M.

Hortaludus, Gestão e Exploração de Equipamentos E.M.

Hotel de Turismo da Guarda Lda

Hpem – Higiene Pública E.E.M.

Icovi – Infraestruturas e Concessões da Covilhã, E.E.M.

Instituto de Educação e Formação do Sorraia Lda

Ipm – Iluminação Pública da Madeira – Associação de Municípios

Lar de Santo António

Lisboa Ocidental, Sru – Sociedade de Reabilitação Urbana E.E.M.

Loulé Concelho Global, Em, Unipessoal, S.A.

Madalena Progresso, E.M.

Maisjuntas – Associação de Freguesias do Concelho da Guarda

Maisourem S.A.

Marc – Mercado Abastecedor da Região de Chaves, S.A.

Mercado Municipal de Faro, S.A.

Mercados de Olhão E.M.

Mercoalcobaca Mercado de Origem de Frutas e Legumes de Alcobaça

Minhocom Gestão Infraestruturas Telecomunicações E.I.M.

Mme – Mercado Municipal de Évora, S.A.

Moveaveiro – Empresa Municipal de Mobilidade E.M.

Ms – Matosinhos Sport, Empresa Municipal de Gestão e Equip Desportivos e de Lazer, E.E.M.

Municipália – Gestão de Equipamentos e Património do Município de Odivelas E.M.

Naturfafe – Prestação de Serviços de Turismo, Desporto, Cultura e Tempos Livres, Crl

Naturtejo – Empresa de Turismo E.I.M.

Nova Meda – Empresa Gestora de Equipamentos Municipais, E.E.M.

Óbidos Requalifica – E.E.M.

Odiana – Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana

Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, S.A.

Parque Biológico de Gaia, E.E.M.

Pavilhão do Arade, Congressos, Espectáculos e Animação do Arade, S.A.

Pda Pq Desportivo Aveiro S A

Penafiel Activa – Entidade Empresarial Local, E.E.M.

Pombal Prof – Soc de Educação e Ensino Profissional, Lda

Ponta Delgada Social – Construção, Exploração e Gestão de Equipamentos Sociais, Sociedade

Unipessoal Lda

Portimão Urbis Sgu-Sociedade de Gestão Urbana, E.M.

Porto Santo Verde, Geoturismo e Gestão Ambiental, E.E.M.

Povoainvest – Empresa Municipal de Habitação Social E.M.

Praia Cultural – Cooperativa de Interesse Público e de Responsabilidade Limitada

Praia Em Movimento, E.M.

Primus Mgv – Promoção e Desenvolvimento Regional, S.A.

Prodeso – Ensino Profissional Lda

Proençatur, Empresa de Turismo de Proença E.M.

Profiacademus – Escola Profissional de Santa Comba Dão – Unipessoal Lda

Proruris – Empresa Municipal de Desenvolvimento Rural de Vinhais, E.E.M.

Qualidade de Basto – Empresa Para O Desenvolvimento do Tecido Económico Local, E.E.M.

Regi – Planeamento e Desenvolvimento Regional E.I.M.

Renovarum – Renovação Urbana da Maia Lda

Resiurb – Associação de Municípios para o Tratamento de Resíduos Sólidos

Ribeira Grande Mais Empresa Municipal de Habitação Social Requalificação Urbana

Santa Cruz XXI – Gestão de Equipamentos Municipais e Prestação de Serviços E.M.

Satu – Oeiras – Sistema Automático de Transporte Urbano, E.M., S.A.

Scalabis Norte – Associação de Freguesias de Direito Público do Norte do Concelho

Scalabisport – Gestão de Equipamentos e Actividades Desportivas E.M.

Serpobra – Sru – Sociedade de Reabilitação Urbana E.M.

Sicó Formação – Sociedade de Ensino Profissional, S.A.

Sintra-Quorum – Gestão de Equipamentos Culturais e Turísticos, E.E.M.

Sociedade Teatral Louletana Lda

Sociedade Termal de Monção Lda

Sodenfor – Sociedade Difusora de Ensino da Figueira da Foz Lda

Sodera Investimentos e Projectos, S.A.

Sru Oriental – Sociedade de Reabilitação Urbana E.M.

T.E.G.E.C. Trancoso Eventos, Empresa Municipal de Gestão de Equipamentos Culturais e de

Lazer E.E.M.

T.M.F. – Teatro Municipal de Faro – E.M.

Teatro Aveirense Lda

Teatro Circo de Braga, S.A.

Tema – Teatro Municipal de Aveiro E.M.

Terras do Infante – Associação de Munícipios

Tgla – Turismo Terras do Grande Lago Alqueva

Tratoser – Tratamento e Serviços Ambientais, S.A.

Trofa-Park – Empresa de Reabilitação Urbana, Desenv Económico, Inov Empresarial e Gestão de

Equip E.E.M.

Tum – Transportes Urbanos da Maia E.M.

Turismo da Serra da Estrela

Turismo de Leiria – Fátima

Turismo de Lisboa e Vale do Tejo

Turismo do Alentejo Litoral

Turismo do Alentejo, E.R.T.

Turismo do Algarve

Turismo do Douro

Turismo do Oeste

Turismo do Porto e Norte de Portugal

Uniminho – Associação do Vale do Minho Transfronteiriço

Vale-e-Mar – Comunidade Urbana

Valicom Gestão Infraestruturas Telecomunicações E.I.M.

Velasfuturo – Empresa Pública Municipal de Gestão de Equipamentos Culturais, Desportivos,

Económicos e de Lazer, E.E.M.

Vfc Empr – Emp Municipal de Activ Desp Recreativas e Turísticas de Vila Franca do Campo E.M.

Vieira Cultura e Turismo E.M.

Vila Real Social – Habitação e Transportes E.M.

Vila Solidária – Empresa Municipal de Habitação Social E.M.

Vimioso 2003 – Actividades Artesanais e Turísticas de Vimioso E.M.

Vitaguiar – Apoio Ao Desenvolvimento Agro-Industrial E.M.

Vougapark – Parque Tecnológico e de Inovação do Vouga E.M.

Wrc – Web Para A Região Centro, Agência de Desenvolvimento Regional, S.A.

A. D. D. – Associação de Desenvolvimento do Dão

AD ELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego

ADAE – Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura

ADELIACOR – Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores

ADENE – Agência para a Energia

ADEPORTO – Agência de Energia do Porto

ADER – SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa

ADER-AL – Associação para o Desenvolvimento do Espaço Rural do Norte do Alentejo

ADERES – Associação de Desenvolvimento Rural Estrela Sul

ADIBER – Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra

ADICES – Associação Desenvolvimento Local

ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte

ADL – Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

ADL – Associação de Desenvolvimento Local – Pax Júlia

ADLEI – Associação para o Desenvolvimento de Leiria

ADRACES – Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul

ADREPES – Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal

ADRIL – Associação do Desenvolvimento Rural Integrado do Lima

ADRIMINHO – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho

ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela

Agência de Desenvolvimento Regional de Entre Douro e Vouga

Agência de Desenvolvimento Regional do Oeste – ADRO

Agência de Energia e Ambiente da Arrábida

Agência de Energia e Ambiente do Vale do Ave

AGÊNCIA do ARADE – Associação de Desenvolvimento do Arade

Agência Municipal de Energia de Almada – Ageneal

Agência Municipal de Energia de Sintra – AMES

Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo

ALENTEJO XXI – Associação de Desenvolvimento Integrado do Meio Rural

AME CASCAIS – Agência Municipal de Energia de Cascais

AMESEIXAL – Agência Municipal de Energia do Seixal

ARDE – Associação Regional para o Desenvolvimento

AREAC – Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro

AREAL – Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve

AREALIMA – Agência Regional de Energia e Ambiente do Vale do Lima

AREAM – Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira

AREANATEJO – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo

AREARIA – Agência Regional de Energia e Ambiente da Ria

ARENA – Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores

ASDEPR – Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural

Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega – ADRAT

Associação de Desenvolvimento Dão Lafões e Alto Paiva

Associação de Desenvolvimento das Freguesias da Zona Centro do Concelho de Trancoso

Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras de Montemuro Gralheira

Associação do Douro Histórico

Associação in Loco de Intervenção, Formação e Estudos para o Desenvolvimento Local

Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo

Associação para a Promoção do Desenvolvimento Rural do Ribatejo – APRODER

Associação para a Promoção Rural da Charneca Ribatejana

Associação para o Desenvolvimento do Régia-Douro Park

Associação Portuguesa de Energia – APE

Associação Terras do Baixo Guadiana

ATAHCA – Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem Cávado e Ave

BEIRA-DOURO – Associação de Desenvolvimento do Vale do Douro

CORANE – Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina

DESTEQUE – Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente

DOLMEN – Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega Crl

Douro Superior – Associação de Desenvolvimento

DUECEIRA – Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça

EDVENERGIA – Associação Energia Entre o Douro e Vouga

ENERAREA – Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior

ENERDURA – Agência Regional de Energia da Alta Estremadura

ENERGAIA – Agência Municipal de Energia de Gaia

ESDIME – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste CRL

FLAVIFOMENTO – Associação para o Fomento e Desenvolvimento Sustentável do Município

Chaves

GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional

LEADER OESTE – Associação para o Desenvolvimento Rural

LEADER-SOR – Associação para o Desenvolvimento Rural Integrado do Sor

Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente de Lisboa

LUSITÂNIA – Agência de Desenvolvimento Regional

MAIAINOVA – Associação para a Inovação e Desenvolvimento do Concelho da Maia

Monte – Desenvolvimento Alentejo Central – ACE

NOVALMADAVELHA – Agência de Desenvolvimento Local

OEINERGE – Agência Municipal de Energia e Ambiente de Oeiras

Pinhais do Zêzere – Associação para o Desenvolvimento

PINHAL MAIOR – Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul

Plataforma Minho – Agência de Desenvolvimento Regional

PROBASTO – Associação de Desenvolvimento Rural de Basto

PRÓ-RAIA – Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte

Raia Histórica – Associação de Desenvolvimento do Nordeste da Beira

Rota do Guadiana – Associação de Desenvolvimento Integrado

RUDE – Associação de Desenvolvimento Rural

S ENERGIA – Agência Local para a Gestão de Energia do Barreiro e Moita

Serra do Açor – Associação de Desenvolvimento Regional

SOL do AVE – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave

TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior

Terras de Sicó – Associação de Desenvolvimento

TERRAS DENTRO – Associação para o Desenvolvimento Integrado de Micro-Regiões Rurais

TRILHO – Associação para o Desenvolvimento Rural

VALSOUSA – Associação para o Desenvolvimento do Vale do Sousa

VICENTINA – Associação para Protecção e Desenvolvimento do Algarve Sudoeste

VILAS FRANCAS DA EUROPA – Associação para o Desenvolvimento Local e Transnacional

“Cimentos” – Federação das Caixas de Previdência

Caixa de Abono de Família dos Empregados Bancários

Caixa de Previdência do Pessoal da Companhia Portuguesa Rádio Marconi

Caixa de Previdência do Pessoal das Companhias Reunidas de Gás e Electricidade

Caixa de Previdência do Pessoal dos Telefones de Lisboa e Porto

Caixa de Previdência dos Trabalhadores da Empresa Pública das Águas de Lisboa, S.A.

Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas

Centro de Gestão Financeira da Segurança Social – Região Autónoma dos Açores

Centro de Segurança Social da Madeira

Centro Nacional de Protecção Contra os Riscos Profissionais

Departamento de Acordos Internacionais de Segurança Social, I.P.

Fundo de Garantia Salarial

Fundo de Socorro Social

Fundo Especial de Segurança Social dos Profissionais de Banca dos Casinos

GESTINSUA – Aquisições e Alienações de Património Imobiliário e Mobiliário, S.A.

Instituto da Segurança Social, I.P.

Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social – IGFC

Instituto de Gestão de Regimes da Segurança Social – Região Autónoma dos Açores

Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social

Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade

Administração Central Sistema Saúde I P

Administração Região Hidrográfica Alentejo I.P.

Administração Região Hidrográfica Algarve I.P.

Administração Região Hidrográfica Centro I.P.

Administração Região Hidrográfica Norte I.P.

Administração Região Hidrográfica Tejo I.P.

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo

Administração Regional de Saúde do Alentejo

Administração Regional de Saúde do Algarve

Administração Regional de Saúde do Centro I.P.

Administração Regional de Saúde do Norte

Agência Nacional de Compras Públicas, E.P.E.

Agência Nacional para a Qualificação, I.P.

Agência Nacional PROALV – Programa Aprendizagem ao Longo da Vida

Agência para a Modernização Administrativa I.P.

Arsenal do Alfeite, S.A.

Assembleia da República

Autoridade da Concorrência – Ministério da Economia

Autoridade Nacional de Protecção Civil

Centro de Histocompatibilidade do Centro

Centro de Histocompatibilidade do Norte

Centro de Histocompatibilidade do Sul

Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais

Centro Hospitalar de Caldas da Rainha

Centro Hospitalar de Cascais

Centro Hospitalar de Torres Vedras

Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON)

Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra

Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa

Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema I.P.

Cofre de Previdência da Polícia de Segurança Pública

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR Lisboa e

Vale do Tejo)

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo)

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve)

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro)

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR Norte)

Comissão Instaladora do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia – Inl

Conselho Superior da Magistratura

Costapolis, Sociedade para O Desenv do Programa Polis Na Costa de Caparica, S.A.

Ema – Empresa de Meios Aéreos, S.A.

Empresa de Gestão Partilhada de Recursos da Administração Pública, E.P.E.

Enatur – Empresa Nacional de Turismo, S.A.

Entidade Reguladora da Saúde

Entidade Reguladora do Sector Eléctrico

Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Ep Estradas Portugal S.A.

Escola Nacional de Saúde Pública

Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa

Escola Superior de Enfermagem de Coimbra

Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Escola Superior de Enfermagem do Porto

Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril

Escola Superior Náutica Infante D.Henrique

Estádio Universitário de Lisboa

Faculdade Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbrã – FCTUC

Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa

Faculdade de Belas Artes

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Faculdade de Desporto da Universidade do Porto

Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa

Faculdade de Medicina Dentária do Porto

Faculdade de Medicina Veterinária

Faculdade de Motricidade Humana

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação

Frente Tejo S.A.

Fundação para a Ciência e Tecnologia

Fundação Universidade do Porto

Fundo de Estabilização Aduaneiro – FEA

Fundo de Estabilização Tributário do Ministério das Finanças – FET

Fundo de Fomento Cultural

Fundo de Intervenção Ambiental

Fundo de Regularização da Dívida Pública – FRDP

Fundo para as Relações Internacionais

Fundo Português de Carbono

Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação

Gabinete do Secretário – Geral Estruturas Comuns ao SIED e ao SIS

Gaiapolis, Sociedade para O Desenv do Programa Polis Em Vila Nova de Gaia, S.A.

Hospital Amato Lusitano – Castelo Branco

Hospital Cândido de Figueiredo

Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes Oliveira

Hospital de Curry Cabral

Hospital de José Luciano de Castro

Hospital de Magalhães Lemos, E.P.E.

Hospital de Nossa Senhora da Conceição de Valongo

Hospital de Reinaldo dos Santos – Vila Franca de Xira

Hospital de São Marcos

Hospital de São Miguel

Hospital de São Pedro Gonçalves Telmo – Peniche

Hospital Distrital de Águeda

Hospital Distrital de Pombal

Hospital Distrital de São João da Madeira

Hospital Distrital do Montijo

Hospital do Arcebispo João Crisóstomo

Hospital do Litoral Alentejano

Hospital do Visconde de Salreu

Hospital Dr. Francisco Zagalo

Hospital Joaquim Urbano

Infarmed – Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento

Instituto da Conservação da Natureza

Instituto de Acção Social das Forcas Armadas

Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e Ao Investimento

Instituto de Ciências Sociais

Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. – IFAP

Instituto de Gestão do Crédito Público

Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu, I.P.

Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça I.P. – IGFIJ

Instituto de Higiene e Medicina Tropical

Instituto de Investigação Científica Tropical

Instituto de Meteorologia

Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto

Instituto de Orientação Profissional

Instituto de Tecnologia Química e Biológica

Instituto do Cinema e Audiovisual I.P.

Instituto do Desporto de Portugal I.P.

Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.

Instituto dos Museus e da Conservação, I.P.

Instituto Financeiro para O Desenvolvimento Regional I.P.

Instituto Mobilidade e Transportes Terrestres I.P.

Instituto Nacional de Administração I.P.

Instituto Nacional de Emergência Médica

Instituto Nacional de Medicina Legal, I.P.

Instituto Nacional de Recursos Biológicos I.P.

Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge I.P.

Instituto Politécnico da Guarda

Instituto Politécnico de Beja

Instituto Politécnico de Bragança

Instituto Politécnico de Castelo Branco

Instituto Politécnico de Coimbrã

Instituto Politécnico de Leiria

Instituto Politécnico de Lisboa

Instituto Politécnico de Portalegre

Instituto Politécnico de Setúbal

Instituto Politécnico de Tomar

Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Instituto Politécnico de Viseu

Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Instituto Politécnico do Porto

Instituto Politécnico Santarém

Instituto Português do Património Arquitectónico

Instituto Português do Sangue I.P.

Instituto Superior de Agronomia

Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas

Instituto Superior de Economia e Gestão

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia do Porto

Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação

Instituto Superior Técnico

Instituto Tecnológico e Nuclear

Laboratório Nacional de Engenharia Civil, I.P.

LNEG – Laboratório Nacional Energia e Geologia I.P.

Maternidade Dr. Alfredo da Costa

Opart – Organismo de Produção Artística, E.P.E.

Parque Escolar E.P.E.

Polis Litoral Norte – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte, S.A.

Polis Litoral Ria de Aveiro – Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria de Aveiro, S.A.

Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e

Costa Vicentina, S.A.

Polisalbufeira, Sociedade para O Desenv do Programa Polis Em Albufeira, S.A.

Provedoria de Justiça

Rádio e Televisão de Portugal, S.A.

Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa

Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas

Secção Regional do Tribunal de Contas Dos Açores

Secretaria – Geral da Presidência da República

Serviço de Acção Social do Instituto Politécnico de Beja

Serviço de Informações de Segurança

Serviço de Informações Estratégicas de Defesa e Militares

Serviços Acção Social Universidade Dos Açores

Serviços de Acção Social – Instituto Politécnico de Castelo Branco

Serviços de Acção Social da Universidade da Beira Interior

Serviços de Acção Social da Universidade da Madeira

Serviços de Acção Social da Universidade de Aveiro

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbrã

Serviços de Acção Social da Universidade de Évora

Serviços de Acção Social da Universidade de Lisboa

Serviços de Acção Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Serviços de Acção Social da Universidade do Algarve

Serviços de Acção Social da Universidade do Minho

Serviços de Acção Social da Universidade do Porto

Serviços de Acção Social da Universidade Nova de Lisboa

Serviços de Acção Social da Universidade Técnica de Lisboa

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico da Guarda

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Bragança

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Coimbra

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Leiria

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Portalegre

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Santarém

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Setúbal

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Tomar

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico do Porto

Serviços de Acção Social do Instituto Superior Politécnico de Viseu

Serviços de Acção Social Escolar do Instituto Politécnico de Lisboa

Serviços Sociais da Administração Pública

Serviços Sociais da Guarda Nacional Republicana

Serviços Sociais da Polícia de Segurança Pública

Sociedade Polis Litoral Ria Formosa – Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria

Formosa S.A.

Tapada Nacional de Mafra – Centro Turístico, Cinegético e de Educação Ambiental – CIPRL

Teatro Nacional de São João E.P.E.

Tribunal de Contas

Turismo de Portugal, I.P.

Umic – Agência para a Sociedade do Conhecimento I.P.

Universidade Aberta

Universidade da Beira Interior

Universidade da Madeira

Universidade de Aveiro

Universidade de Coimbra

Universidade de Évora

Universidade de Lisboa

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Universidade do Algarve

Universidade do Minho

Universidade dos Açores

Universidade Nova de Lisboa

Vianapolis, Sociedade para O Desenvolvimento do Programa Polis Em Viana do Castelo, S.A.

Viseupolis, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis Em Viseu, S.A.

Casa Pia de Lisboa

Cento de Formação e de Inovação Tecnológica (Inovinter)

Centro de Educação e Formação Profissional Integrada (Cefpi)

Centro de Formação Profissional da Indust, de Vestuário e Confecção (Civec)

Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Sul (Cenfic)

Centro de Formação Profissional da Indústria de Calçado (Cfpic)

Centro de Formação Profissional da Indústria de Fundição (Cinfu)

Centro de Formação Profissional da Indústria de Ourivesaria e Relojoaria (Cindor)

Centro de Formação Profissional da Indústria Electrónica (Cinel)

Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica (Cenfi)

Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil (Citex)

Centro de Formação Profissional da Reparação Automóvel (Cepra)

Centro de Formação Profissional das Indústria da Madeira e Mobiliário (Cfpimm)

Centro de Formação Profissional de Artesanato (Cearte)

Centro de Formação Profissional dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Serviços e Novas

Tecnologias (Citeforma)

Centro de Formação Profissional P/. A Indust. /. Eng. de Águas e Termalismo (Cinagua)

Centro de Formação Profissional P/. Sect. da Const. Civil e O. Públicas do Norte (Ciccopn)

Centro de Formação Profissional para a Indústria de Cerâmica (Cencal)

Centro de Formação Profissional para a Indústria de Lanifícios (Cilan)

Centro de Formação Profissional para a Qualidade (Cequal)

Centro de Formação Profissional para o Comércio e Afins (Cecoa)

Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar (Cfpsa)

Centro de Formação Profissional para o Sector da Cristalaria (Crisform)

Centro de Formação Sindical e Aperfeiçoamento Profissional (Cefosap)

Centro de Reabilitação Profissional de Gaia (Crpg)

Centro Formação Profissional Pescas e Mar (For Mar)

Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (Cenjor)

Centro Protocolar de Formação Profissional para o Sector da Justiça

Fcm – Fundação para as Comunicações Móveis

Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva

Prevenção Rodoviária Portuguesa

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Centro de Formação Profissional da Indústria de Cortiça (Cincork)

Presidência do Governo Regional dos Açores

Gabinete do Presidente e Secretaria-Geral

Secretário Regional da Presidência

Gabinete do Subsecretário Regional dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa

Direcção Regional da Cultura

Direcção Regional da Juventude

Direcção Regional das Comunidades

Vice-Presidência do Governo Regional

Gabinete do Vice-Presidente

Direcção Regional do Orçamento e Tesouro

Direcção Regional de Organização e Administração Pública

Direcção Regional do Planeamento e Fundos Estruturais

Serviço Regional de Estatística dos Açores

Inspecção Administrativa Regional

Secretaria Regional da Educação e Formação

Órgãos dos Governos Regionais dos Açores

Gabinete do Secretário Regional da Educação e Formação

Direcção Regional da Educação e da Formação

Direcção Regional do Desporto

Inspecção Regional da Educação

Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos

Gabinete do Secretário Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos

Direcção Regional dos Equipamentos e Transportes Terrestres

Direcção Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos

Laboratório Regional de Engenharia Civil

Secretaria Regional da Economia

Gabinete do Secretário Regional da Economia

Direcção Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade

Direcção Regional dos Transportes Aéreos e Marítimos

Direcção Regional do Turismo

Secretaria Regional do Trabalho e da Solidariedade Social

Gabinete do Secretário Regional do Trabalho e Solidariedade Social

Direcção Regional do Trabalho, Qualificação Profissional e defesa do Consumidor

Direcção Regional da Habitação

Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social

Direcção Regional de Igualdade de Oportunidades

Secretaria Regional da Saúde

Gabinete do Secretário Regional da Saúde

Direcção Regional da Saúde

Direcção Regional da Prevenção e Combate às dependências

Serviço Regional de Saúde

Secretaria Regional da Agricultura e Florestas

Gabinete do Secretário Regional da Agricultura e Florestas

Direcção Regional dos Recursos Florestais

Direcção Regional do desenvolvimento Agrário

Direcção Regional dos Assuntos Comunitários da Agricultura

Secretaria Regional do Ambiente e do Mar

Gabinete do Secretário Regional do Ambiente e do Mar

Gabinete do Subsecretário Regional das Pescas

Direcção Regional da Energia

Direcção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos

Direcção Regional do Ambiente

Inspecção Regional das Pescas

Inspecção Regional do Ambiente

Presidência do Governo da Madeira

Gabinete Regional e Serviços de Apoio

Vice Presidência do Governo

Gabinete do Vice-presidente Serv Apoio e de Representação

Gabinete do Vice-presidente e Serviços de Apoio

Direcção Regional para a Administração de Porto Santo

Direcção Regional da Administração Pública e Local

Direcção Regional da Administração da Justiça

Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia

Direcção Regional dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa

Secretaria Regional dos Recursos Humanos

Gabinete do Secretário, Serviços dependentes e Tutelados

Gabinete do Secretário e Serviços dependentes

Inspecção Regional das Actividades Económicas

Direcção Regional do Trabalho

Inspecção Regional do Trabalho

Loja do Cidadão

Centro de Arbitragem

Direcção Regional de Juventude

Conselho económico e Social da RAM

Secretaria Regional do Equipamento Social

Serviços Dependentes do Secretário Regional

Direcção Regional de Edifícios Públicos

Serviços de Desenvolvimento do Território

Direcção Regional de Infraestruturas e Equipamentos

Direcção Regional de Inform. Geográfica e Ordenam. do Território

Secretaria Regional do Turismo e Transportes

Gabinete do Secretário e Serviços de Apoio

Direcção Regional de Turismo

Direcção Regional dos Transportes Terrestres

Secretaria Regional da Educação e Cultura

Gabinete do Secretário

Direcção Regional de Educação

Direcção Regional de Administração Educativa

Direcção Regional de Formação Profissional

Direcção Regional de Educação Especial e Reabilitação

Direcção Regional de Planeamento e Recursos Educativos

Escolas

Escola Básica e Secundária de Gonçalves Zarco

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Bartolomeu Perestrelo

Escola Básica e Secundária de Machico

Escola Básica e Secundária Da Calheta

Escola Básica e Secundária P. Manuel Alvares, Ribeira Brava

Escola Básica 2º e 3º Ciclos-Estreito Câmara de Lobos

Escola Básica e Secundária de Santa Cruz

Escola Básica Secundária Prof.doutor Freitas Branco-P.Santo

Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr. Horácio B. de Gouveia

Escola Básica de Santo António – Funchal

Escola Básica e Secundária Bispo D. Manuel F. Cabral-Santana

Escola Básica e Secundária D. Lucinda Andrade – São Vicente

Escola Secundária Jaime Moniz – Funchal

Escola Secundária Francisco Franco – Funchal

Escola Básica do 3º Ciclo do Funchal

Escola Secundária Dr. Angelo Augusto da Silva – Funchal

Escola Básica e Secundária do Carmo

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço

Escola Básica do 2º e 3º Ciclos dos Louros – Funchal

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de São Roque – Funchal

Escola Básica e Secundária do Porto Moniz

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr.Alfredo F.N.Junior-Camacha

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos da Torre-Câmara de Lobos

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniçal

Escola Básica do Porto da Cruz

Escola Básica 2º e 3º Ciclos Francisco M.S. Barreto-F.Ovelha

Escola Básica 2º e 3º Cic.Cónego João J G Andrade-Campanário

Direcção Regional dos Assuntos Culturais

Secretaria Regional do Plano e Finanças

Gabinete do Secretário e Serv. Dependentes Secretário Reg.

Direcção Regional de Orçamento e Contabilidade

Direcção Regional de Finanças

Direcção Regional do Património

Inspecção Regional de Finanças

Direcção Regional dos Assuntos Fiscais

Direcção Regional de Informática

Direcção Regional de Estatística

Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais

Gabinete do Secretário Regional

Serviços na área Agro Alimentar e Pescas

Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural

Direcção Regional de Florestas

Direcção Regional de Pescas

Serviços na área do Ambiente e do Saneamento Básico

Direcção Regional de Ambiente

Direcção Regional de Saneamento Básico

Secretaria Regional dos Assuntos Sociais

Gabinete do Secretário e Serviços de Apoio

Gabinete do Secretário e Sépticos de Apoio

Serviço Regional de Prevenção da Toxicodependência

Direcção Regional de Planeamento e Saúde Pública

APIA – Agência Para a Promoção do Investimento dos Açores, E.P.E.

Atlânticoline, S.A.

Centro de Oncologia dos Açores

Centro de Saúde da Horta

Centro de Saúde da Ponta Delgada

Centro de Saúde da Povoação

Centro de Saúde da Praia da Vitória

Centro de Saúde da Ribeira Grande

Centro de Saúde da Vila do Porto

Centro de Saúde de Angra de Heroísmo

Centro de Saúde de Nordeste

Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa

Centro de Saúde de Santa Cruz das Flores

Centro de Saúde de Vila Franca do Campo

Cinaçor -Teatro Micaelense / Centro Cultural Congressos

Escola Profissional das Capelas

Fundo de Compensação Salarial dos Profissionais da Pesca dos Açores – FUNDOPESCA

Fundo Escolar da EBI de Água de Pau

Fundo Escolar da EBI Canto da Maia

Fundo Escolar da EBI da Horta

Fundo Escolar da EBI da Lagoa – Esc. Pe. João José Amaral

Fundo Escolar da EBI da Maia

Fundo Escolar da EBI da Ribeira Grande

Fundo Escolar da EBI de Angra do Heroísmo

Fundo Escolar da EBI de Arrifes

Fundo Escolar da EBI de Biscoitos

Fundo Escolar da EBI de Capelas

Fundo Escolar da EBI de Ginetes

Fundo Escolar da EBI de Praia da Vitória

Fundo Escolar da EBI de Rabo de Peixe

Fundo Escolar da EBI do Topo

Fundo Escolar da EBI Mouzinho da Silveira

Fundo Escolar da EBI Roberto Ivens

Fundo Escolar da EBS da Graciosa

Fundo Escolar da EBS da Madalena

Fundo Escolar da EBS da Povoação

Fundo Escolar da EBS das Flores

Fundo Escolar da EBS das Lajes do Pico

Fundo Escolar da EBS de Calheta

Fundo Escolar da EBS de Nordeste

Fundo Escolar da EBS de Santa Maria

Fundo Escolar da EBS de São Roque do Pico

Fundo Escolar da EBS de Velas

Fundo Escolar da EBS de Vila Franca do Campo

Fundo Escolar da EBS Tomás de Borba

Fundo Escolar da Escola Secundária Antero de Quental

Fundo Escolar da Escola Secundária da Lagoa

Fundo Escolar da Escola Secundária da Ribeira Grande

Fundo Escolar da Escola Secundária das Laranjeiras

Fundo Escolar da Escola Secundária Domingos Rebelo

Fundo Escolar da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade

Fundo Escolar da Escola Secundária Manuel de Arriaga

Fundo Escolar da Escola Secundária Vitorino Nemésio

Fundo Escolar do Conservatório Regional da Horta

Fundo Escolar do Conservatório Regional de Ponta Delgada

Fundo Regional da Ciência e Tecnologia

Fundo Regional de Acção Cultural da Presidência do Governo Regional

Fundo Regional de Coesão

Fundo Regional do Desporto

Fundo Regional do Emprego

Fundo Regional dos Transportes

Ilhas de Valor, S.A.

Instituto da Alimentação e Mercados Agrícolas – IAMA

Instituto de Acção Social

Instituto Regional Ordenamento Agrário, S.A. – IROA

RIAC – Agência para a Modernização e Qualidade do Serviço ao Cidadão, I.P.

Saudaçor – Sociedade Gestora de Recursos E Equipamentos da Saúde dos Açores, S.A.

Serviço Regional de Protecção Civil e de Bombeiros dos Açores

Unidade de Saúde da Ilha de São Jorge

Unidade de Saúde da Ilha do Pico

Assembleia Legislativa da Madeira

Centro de Estudos de História do Atlântico

Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira

Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural – PAR

Empresa do Jornal da Madeira Lda

Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira

Fundo da Estabilização Tributária da Região Autónoma da Madeira

Fundo de Gestão para os Programas da Direcção Regional de Pescas

Fundo de Gestão para Programas da Formação Profissional

Fundo Escolar – Escola Básica do 3º Ciclo do Funchal

Fundo Escolar – Escola Básica do Porto da Cruz

Fundo Escolar – Escola Básica dos 1º, 2º e 3º Ciclos Prof. Francisco M. S. Barreto

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Bartolomeu Perestrelo

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Cónego João Jacinto Gonçalves Andrade

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos da Torre de Câmara de Lobos

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santo António

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de São Roque

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniçal

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Curral das Freiras

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Estreito de Câmara Lobos

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Doutor Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior

Fundo Escolar – Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Horácio Bento de Gouveia

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária Bispo Dom Manuel Ferreira Cabral

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária da Calheta

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária Dª Lucinda Andrade

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária de Machico

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária de Porto Moniz

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária de Santa Cruz

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária do Carmo

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares

Fundo Escolar – Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco Freitas Branco

Fundo Escolar – Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva

Fundo Escolar – Escola Secundária Francisco Franco

Fundo Escolar – Escola Secundária Jaime Moniz

Fundo Madeirense do Seguro de Colheitas

Gabinete de Gestão da Loja do Cidadão da Madeira

Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais – I.P. – Região Autónoma da Madeira

(IASAÚDE, I.P. – RAM)

Instituto de Desenvolvimento Empresarial

Instituto de Desenvolvimento Regional

Instituto de Emprego da Madeira, I.P. – RAM

Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira

Instituto do Vinho, Bordado e do Artesanato da Madeira

Instituto Regional de Emprego – I.P. – RAM

Laboratório Regional de Engenharia Civil – I.P. – RAM

Parque Natural da Madeira

PATRIRAM – Titularidade e Gestão de Património Público Regional, S.A.

Ponta do Oeste – Sociedade de Promoção e Desenvolvimento da Zona Oeste da Madeira, S.A.

RAMEDM – Estradas da Madeira, S.A.

SDNM – Sociedade de Desenvolvimento do Norte Da Madeira, S.A.

Serviço Regional de Protecção Civil, I.P. – Região Autónoma da Madeira

Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo, S.A.

Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, S.A.

Assembleia Distrital da Guarda

Assembleia Distrital de Aveiro

Assembleia Distrital de Beja

Assembleia Distrital de Braga

Assembleia Distrital de Bragança

Assembleia Distrital de Castelo Branco

Assembleia Distrital de Coimbra

Assembleia Distrital de Évora

Assembleia Distrital de Faro

Assembleia Distrital de Leiria

Assembleia Distrital de Lisboa

Assembleia Distrital de Portalegre

Assembleia Distrital de Santarém

Assembleia Distrital de Setúbal

Assembleia Distrital de Viana do Castelo

Assembleia Distrital de Vila Real

Assembleia Distrital de Viseu

Assembleia Distrital do Porto

 

Recortado daqui



publicado por Paulo Sousa às 08:00
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
Recortes da Blogosfera

"Houve muitos derrotados nas presidenciais de ontem. Mas gostava de destacar uns em particular: a ala do Bloco de Esquerda que sonha com o poder. Uma franja, que até ocupa um espaço considerável no panorama mediático, cujos objectivos passam objectivamente pela partilha de poder com o Partido Socialista. Sem nunca o admitirem em público, tudo fizeram para esta convergência (falhada) da esquerda em redor de Manuel Alegre, já a pensar numa futura coligação entre o BE e o PS pós Sócrates. O que os resultados de ontem colocaram em evidência é que esta coligação, além de contra-natura, não tem hipóteses de sucesso eleitoral em Portugal. A esta malta do BE nada mais lhes resta senão o caminho, que alguns até já têm trilhado, de abandono do BE e aproximação do PS."

 

Recortado do 31 da Armada, post de Nuno Gouveia



publicado por Paulo Sousa às 08:00
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
Recortes da blogosfera e da imprensa

"Se o FMI viesse pagaríamos uma taxa de juro mais baixa e teríamos a certeza que as medidas de austeridade seriam aplicadas de forma rigorosa e produziriam efeitos positivos. Mas o Primeiro Ministro ficaria coberto de vergonha. Se pagarmos com taxas mais altas para o FMI não vir, salvamos a face de José Sócrates."

 

Recortado daqui.

 

Interessa comparar com este excerto do Público.

 

"Os custos do Governo com a dívida pública devem atingir este ano os 7100 milhões de euros, mais do que o Estado gasta, por exemplo, com todo o Ministério da Educação. A escalada das taxas de juro nos mercados internacionais está a pressionar as contas e vai fazer Portugal gastar, este ano, mais 808 milhões de euros do que aquilo que se previa no Orçamento do Estado (OE). Este valor equivale a quase toda a poupança que o Governo vai obter com o corte de cinco por cento na massa salarial da função pública ou a 80 por cento das receitas extraordinárias decorrentes do aumento do IVA."



publicado por Paulo Sousa às 13:00
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Recortes da imprensa

 

 

 

Insecurity Council

 

Para países pequenos, a eleição para um dos 10 assentos não permanentes  no Conselho de Segurança da ONU é uma oportunidade única para terem uma palavra importante nos maiores debates políticos mundiais. É o equivalente diplomático a passar-se das ligas secundárias para a Super Liga. E não é só uma vitória política: estudos mostram que os membros temporários do Conselho de Segurança recebem 59% mais assistência dos EUA dos que aqueles que não são membros e têm 20% mais de probabilidade de receberem ajuda do FMI durante o seu mandato de dois anos e nos anos seguintes. (...)

 

Joshua E. Keating, Foreign Policy



publicado por Paulo Sousa às 20:00
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Recortes da imprensa

 

O jornal norte-americano “The New York Times” elegeu Guimarães como um dos 41 destinos a visitar este ano, considerando a cidade minhota “um dos pontos culturais emergentes da Península Ibérica”.

 

O jornal publicou uma reportagem sobre locais passíveis de levar turistas ao “fim do mundo”, selecionando 41 locais, desde praias no México às montanhas do Kosovo, passando por Londres, Singapura, Milão e Guimarães, entre outras cidades e locais de todo o mundo.

 

No artigo, o jornalista refere que Guimarães, cidade berço da nação, é Património Mundial da Humanidade e foi escolhida para Capital Europeia da Cultura em 2012.

 

Adianta que metade dos habitantes de Guimarães é constituída por jovens e considera que a abertura do Centro Cultural Vila Flor, em 2005, foi fundamental para lançar a música e a arte na cidade.

 

O artigo destaca ainda a realização, em Março, do primeiro Festival Internacional de Dança Contemporânea, “trazendo uma seleção impressionante de companhias de dança de todo o mundo”.

 

recortado do Público



publicado por Paulo Sousa às 22:00
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Recortes da Blogosfera

«O poder americano, segundo Joseph Nye

 

Quando Joseph S. Nye escreve sobre “poder” convém prestar alguma atenção, ou não fosse este homem um dos principais responsáveis pelo conceito da “interdependência” complexa nas relações internacionais.

Num artigo sobre o futuro do poder americano, assinado na última edição da Foreign Affairs,o co-autor (o outro foi Robert Keohane) do famoso livro Power and Interdependence (1977) desconstrói, de certa maneira, a ideia instalada de que o poder da América entrou em declínio no século XXI.

 

Nye começa por sublinhar que qualquer análise de previsão para as próximas décadas contempla um grau elevado de incerteza, sobretudo quando assenta em interpretações enviesadas dos indicadores e factores de poder dos Estados Unidos.

Aquele autor relembra, por exemplo, as estimativas sobrevalorizadas feitas por Washington em relação ao poder militar soviético, nos anos 70, ou ao poder económico japonês, na década de 80. Tal como se enganaram aqueles que ainda há dez anos diziam que o sistema internacional iria assentar num paradigma unipolar liderado pelos Estados Unidos, e estes seriam tão poderosos que aos outros países não restaria outra hipótese senão acatarem a vontade de Washington sem qualquer tipo de contestação.

 

Ora, estas previsões ou análises revelaram-se, de uma forma ou de outra, erradas. Da mesma maneira que Nye considera sobrevalorizados os prognósticos mais pessimistas em relação à evolução negativa do poder americano no sistema internacional durante este século XXI. Sobretudo quando essas previsões apontam para a ascensão da China como líder mundial, ultrapassando os Estados Unidos em termos de poder.

Nye rejeita esta ideia. Embora admita que a China continue a registar taxas de crescimento económicas muito elevadas durante as próximas décadas e que se aproxime dos Estados Unidos, dificilmente o Império do Meio se tornará a maior potencia mundial durante este século.

 

Aquele autor alerta para um erro comum entre os analistas que é o de fazerem previsões baseadas exclusivamente no crescimento do PIB, ignorando por completo outros factores de poder (“hard” e “soft”), muitos dos quais resultado de décadas de investimento.

Nye tem toda a razão neste ponto, já que uma análise do crescimento do PIB oferece apenas uma perspectiva unidimensional, não reflectindo, assim, a verdadeira dimensão do poder de um Estado. E nesta matéria Nye diz que muitos dos analistas têm ignorando o avanço que os Estados Unidos levam em relação a qualquer outra nação em termos de “hard power” (militar, espaço geográfico, recursos, etc) e “soft power” (democracia, “Public Diplomacy”, “R&D”, poder de atracção, etc),

 

É um facto que países como a China, a Índia ou a Alemanha têm potenciado o crescimento daqueles dois níveis de poder, “obrigando” os Estados Unidos a enfrentar as exigências da interdependência entre os Estados.

Sob esta perspectiva pode-se falar de um “declínio relativo” de poder dos Estados Unidos face a outros países, não tanto pela fragilização do poder americano, mas sobretudo pela valorização dos vários recursos que algumas nações têm potenciado. Mas o processo de equilíbrio de poder entre essas nações e os Estados Unidos poderá demorar décadas ou nem sequer vir a existir.

O sistema internacional é hoje, e deverá ser durante muitas décadas, unimultipolar, já que dificilmente surgirá outro pólo de poder tão afirmativo como os Estados Unidos.

 

Para se compreender o abismo de poder entre a América dos dias de hoje com os restantes países basta ver três exemplos:

 

a)     No campo militar nenhum Estado consegue chegar perto do complexo e das estruturas militares americanas, muito menos a China, que tem, por exemplo, um Exército mal preparado e equipado e uma marinha praticamente inexistente (embora tenha começado recentemente a investir forte nesta área);

 

b)    No sector da investigação e desenvolvimento, em 2007 os Estados Unidos investiram 369 mil milhões de dólares, mais do que todo o investimento feito pelos países asiáticos (338 mil milhões). A União Europeia investiu nesse ano 263 mil milhões. Ou seja, os Estados Unidos foram líderes nesse investimento, com 2,7 por cento do seu PIB, quase o dobro do que a China investiu. O resultado traduziu-se no registo de mais de 80 mil patentes nos Estados Unidos, mais do que o somatório de todos os países do mundo;

 

c)     A capacidade de atrair mão de obra qualificada e técnicos altamente especializados é cada vez mais um factor de poder a ter em consideração e neste campo os Estados Unidos (após um breve período de medidas securitárias hiper-restritivas na sequência do 11 de Setembro) estão a reforçar a sua liderança. Nye sublinha a capacidade que os Estados Unidos têm de atrair as melhores e mais brilhantes mentes de todo o mundo e misturá-las num ambiente cultural diverso de criatividade. Por exemplo, em 2005, os imigrantes ajudaram a fundar uma em quatro “start-up's” de base tecnológica em Silicon Valley

 

É por estas e outras razões que Nye rejeite a ideia de “declínio absoluto” dos Estados Unidos, deixando, no entanto, a ideia de que se está perante um “declínio relativo” tendo em conta a potenciação e o melhor uso dos recursos de poder por parte de outras nações.

E talvez para se compreender melhor esta dinâmica será interessante recorrer-se à imagem elaborada pelo próprio Nye. Para este, a distribuição do poder assemelha-se um complexo jogo tridimensional de xadrez, onde num primeiro nível se encontra o poder militar, dominado pelos Estados Unidos num sistema claramente unipolar. Num segundo patamar vem o poder económico, sendo que o sistema tende a ser mais multipolar, com os Estados Unidos a partilharem a liderança com a Europa, o Japão, a China e outros países emergentes. Por fim, estão as relações transnacionais que incluem todo o tipo de actores não estatais, e aqui o poder é bastante difuso sendo difícil encontrar um modelo estanque que enquadre esta realidade.

 

Perante esta problemática, Nye defende uma “nova narrativa” sobre o futuro do poder americano.

Dizer que o século XXI é uma espécie de transição para o declínio do poder dos Estados Unidos é uma visão errada e, na opinião de Nye, pode ter implicações perigosas para o próprio sistema internacional, tais como, por exemplo, encorajando a China ou outros actores em “aventuras” irresponsáveis, partindo do pressuposto da subvalorização das verdadeiras capacidades americanas.

Nye alerta que o verdadeiro problema do poder americano no século XXI não é o seu declínio, mas sim o que fazer com este à luz da emergência de outros pólos de poder de modo a que os Estados Unidos alcancem os seus objectivos nas relações internacionais.

E é aqui que Nye, tal como a secretária de Estado, Hillary Clinton, fala numa nova forma de poder, o “smart power”. Um poder que combina recursos do “hard” e do “soft power”, o que necessariamente pressupõe um novo entendimento sobre o conceito de poder.»

 

Recortado daqui.



publicado por Paulo Sousa às 23:30
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Sábado, 1 de Janeiro de 2011
Perseguição religiosa que não merece o apoio da esquerda

 

Bernard-Henri Lévy defendeu esta semana, no El Pais, que “os cristãos formam hoje, à escala planetária, a comunidade perseguida de forma mais violenta e na maior impunidade”. Mais: “enquanto o anti-semitismo é considerado um crime e os preconceitos anti-árabes ou anti-ciganos são estigmatizados, a violente fobia anti-cristã que percorre o mundo não parece ter qualquer resposta”.
Curiosas palavras vindas de um não-cristão, interessantes considerações proferidas por quem, em tempos, ajudou a fundar o SOS-Racismo. E singularmente coincidentes com as de Bento XVI que, na sua mensagem a propósito do próximo Dia Mundial da Paz, também notou que “os cristãos são, actualmente, o grupo religioso que padece o maior número de perseguições devido à própria fé”.
São raras as notícias sobre estas perseguições, mas isso não significa que elas não existam – apenas que não lhes é dada a importância que merecem. Parece mesmo existir uma espécie de sentimento de culpa que leva a que, ao mesmo tempo que se destacam os ataques aos crentes de outras religiões, se subvalorizam aqueles de que são vítimas os cristãos – católicos, ortodoxos, evangélicos, baptistas e por aí adiante.
Vejamos alguns exemplos recentes. Na Nigéria o Natal foi marcado por uma série de atentados, de que resultaram 86 mortos, todos reivindicados por uma organização islamista. Em Hanói as autoridades proibiram uma celebração protestante e a polícia carregou sobre os crentes que rezavam na rua. No Azerbaijão foi aprovada legislação que aumenta as multas aplicáveis a todos os grupos que tenham actividade religiosa sem antes se terem registado oficialmente. No Paquistão uma mulher cristã, Asia Bibi, foi condenada à morte por blasfémia. No Irão foram muitos os cristãos que passaram o Natal na cadeia, alguns deles acusados de apostasia (terem trocado a fé muçulmana por outra). Pouco antes do Natal um grupo de cristãos coptas foi morto no Egipto perto da sua igreja. Nas Filipinas uma bomba feriu 11 pessoas durante uma missa no dia de Natal. Na cidade chinesa de Chendgu a polícia invadiu uma igreja na véspera de Natal e levou presos 17 crentes, incluindo uma mulher grávida. Na Índia ocorreram ataques contra comunidades cristãs conduzidos por fundamentalistas hindus. E, no Iraque, onde a intensidade do ataque às comunidades cristãs tem levado a um êxodo em massa, várias cerimónias natalícias foram canceladas após terem sido recebidas ameaças de grupos ligados à Al Qaeda.
Bernard-Henry Levy acrescenta a estes muitos outros exemplos, incluindo a prisão de uma jovem internauta na Palestina de Mahmud Abbas, a tentativa de assassinato do arcebispo de Kartum, Gabriel Zubeir Wako, a perseguição aos cristãos evangélicos da Eritreia, ou a morte a tiro do padre Christian Bakulene na República Democrática do Congo. O terrível destino da comunidade de monges franceses que vivia num mosteiro católico na Argélia e foi assassinada por um grupo de fundamentalistas islâmicos, e que Xavier Beauvois nos conta no belíssimo filme “Dos Homens e dos Deuses” (ainda em exibição), está longe de ser um exemplo isolado de violência sectária.

Não faltará quem, como alerta o filósofo francês, esteja pronto a fechar os olhos perante estes crimes lembrando o antigo estatuto de religião dominante do Cristianismo. É um disparate imenso sob todos os pontos de vista. Primeiro, porque todas as vidas humanas têm o mesmo valor, e nada nos permite diminuir a integralidade de qualquer ser humano, seja ele hindu, muçulmano, ateu ou cristão. Depois, porque se é verdade que os cristãos, como tantos outros, promoveram “guerras santas”, não se pode ignorar que a emergência dos valores modernos da liberdade, da igualdade e da dignidade humana medrou em sociedades cristãs, nelas tendo ganho corpo e foros de cidadania muito antes de tal ocorrer noutras civilizações. É bom recordar, por exemplo, que na primeira república democrática moderna, os Estados Unidos, a liberdade religiosa antecedeu a liberdade política e, como justamente notou Tocqueville, a forte presença da religião na sociedade não impediu a criação de um Estado forte e separado das igrejas.
Bento XVI, que dedica precisamente a sua mensagem de 1 de Janeiro de 2011 à liberdade religiosa, nota que esta se radica “na própria dignidade da pessoa humana” e está “na origem da liberdade moral”, pois se estabelece que “cada homem e cada grupo social estão moralmente obrigados, no exercício dos próprios direitos, a ter em conta os direitos alheios e os seus próprios deveres para com os outros e o bem comum”, como proclamou o Concílio Vaticano II. Invocando a Declaração Universal dos Direitos do Homem, o Papa defende que excluir a religião da vida pública torna mais difícil “orientar as sociedades para princípios éticos universais” ou “estabelecer ordenamentos nacionais e internacionais nos quais os direitos e as liberdades fundamentais possam ser plenamente reconhecidos e realizados”.
Na mira do chefe da Igreja Católica está um laicismo radical que se traduz na “hostilidade contra a religião” e numa limitação ao “papel público dos crentes na vida civil e política”. É neste quadro que Bento XVI não se limita a desejar que terminem as perseguições sectárias aos cristãos na Ásia, em África ou no Médio Oriente, mas também faz votos para que “cessem no Ocidente, especialmente na Europa, a hostilidade e os preconceitos contra os cristãos pelo facto de estes pretenderem orientar a própria vida de modo coerente” com os seus valores.
Em causa não está a laicidade das instituições ou o direito de crítica, que no Ocidente é exercida com veemência sem que suscite apelos à censura por parte das igrejas cristãs (ao contrário do que sucede com os muçulmanos). Em causa está, isso sim, saber se é legítimo despedir uma enfermeira em Inglaterra porque esta insistiu em usar um crucifixo. Ou se, também em Inglaterra, é legítimo levantar um processo contra um psicólogo que distribuiu aos seus colegas de serviço um desdobrável sobre os efeitos negativos do aborto com base no argumento de que isso é “perturbador”.
Entretanto chegam-nos de Espanha outro tipo de notícias perturbantes. Em Lérida um imã radical criou uma milícia privada que anda pelas ruas a perseguir os muçulmanos que têm comportamentos não ortodoxos (na forma de vestir, por exemplo), perante a indiferença das autoridades. Enquanto isso, na província de Cádiz, um jovem muçulmano fez queixa na polícia do seu professor de geografia por este ter falado, nas aulas, das condições em que fabricava presunto (o ministério público espanhol teve, neste caso, o bom senso de arquivar a queixa).
O contraste entre estas situações faz-nos regressar à ideia de que tendemos a olhar para a violência anti-cristã com critérios mais condescendentes ou mesmo com um espírito compreensivo. É como se entendêssemos que todos os cristãos devem carregar um novo “fardo do homem branco”, sendo obrigados a penar, pelos cinco continentes, os pecados da colonização e, por isso, sendo sempre culpados de todos os males mesmo quando estão inocentes…

 

*Público, 31 Dezembro 2010

 

Copiado daqui



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Leitura em curso


O Futuro e os seus inimigos

 

de Daniel Innerarity

 

Um livro que aposta numa política do optimismo e da esperança numa ocasião em que diminui a confiança no futuro. Boa parte dos nossos mal-estares e da nossa pouca racionalidade colectiva provém de que as sociedades democráticas não mantêm boas relações com o futuro. Em primeiro lugar, porque todo o sistema político, e a cultura em geral, estão virados apenas para o presente imediato e porque o nosso relacionamento com o futuro colectivo não é de esperança e projecto mas de precaução e improvisação. Este livro procura contribuir para uma nova teoria do tempo social na perspectiva das relações que a sociedade mantém com o seu futuro: de como este é antevisto, decidido e configurado. Para que a acção não seja reacção insignificante e o projecto se não converta em idealismo utópico, é necessária uma política que faça do futuro a sua tarefa fundamental

 


Teorema

 


 

 




 

Cachimbos: Marcas, Fabricantes e Artesãos

 

 

de José Manuel Lopes

 

 

 

O mais completo livro sobre cachimbos, da autoria do jornalista José Manuel Lopes, presidente do Cachimbo Clube de Portugal. Profusamente ilustrada, esta obra a que poderíamos chamar enciclopédica, dá-nos ainda em anexo uma completíssima lista de clubes e associações do mundo inteiro e dos seus sites.


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