Actualidade e lugares

Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
Dejá vu??

 

"Contrary to what some folks say, we are not Greece. We are not Portugal."

 

O Presidente Obama fez-me hoje lembrar um certo ex-Primeiro Ministro. Se a história nos pode ensinar alguma coisa, não antevejo grande futuro político para este senhor, que terá de disputar eleições dentro de pouco tempo.


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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
Há 12 anos estive lá



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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011
We got him!!



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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011
França - Omaha Beach IV

Cemitério Americano na Normandia

Estaline disse que a morte de uma pessoa era uma tragédia, enquanto que a de um milhão era apenas uma estatística.

Se ignorarmos as 9387 tragédias pessoais e compararmos o custo de vidas humanas do desembarque na Normandia com as 1483 do Afeganistão, podemos comparar a força da opinião pública actual com a de então. A pressão que se hoje verifica sobre os políticos que decidiram combater o radicalismo no seu berço, de forma a evita-lo nas nossas cidades, é tremenda e baseia-se numa ideia do mundo actual diferente da realidade.



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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
França - Omaha Beach III

Cemitério Americano na Normandia, onde estão sepultados 9,387 soldados americanos, mortos nas operações que decorreram do desembarque. Este espaço, de 70 hectares, foi concedido pela França aos EUA a título perpétuo.



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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Recortes da Blogosfera

«O poder americano, segundo Joseph Nye

 

Quando Joseph S. Nye escreve sobre “poder” convém prestar alguma atenção, ou não fosse este homem um dos principais responsáveis pelo conceito da “interdependência” complexa nas relações internacionais.

Num artigo sobre o futuro do poder americano, assinado na última edição da Foreign Affairs,o co-autor (o outro foi Robert Keohane) do famoso livro Power and Interdependence (1977) desconstrói, de certa maneira, a ideia instalada de que o poder da América entrou em declínio no século XXI.

 

Nye começa por sublinhar que qualquer análise de previsão para as próximas décadas contempla um grau elevado de incerteza, sobretudo quando assenta em interpretações enviesadas dos indicadores e factores de poder dos Estados Unidos.

Aquele autor relembra, por exemplo, as estimativas sobrevalorizadas feitas por Washington em relação ao poder militar soviético, nos anos 70, ou ao poder económico japonês, na década de 80. Tal como se enganaram aqueles que ainda há dez anos diziam que o sistema internacional iria assentar num paradigma unipolar liderado pelos Estados Unidos, e estes seriam tão poderosos que aos outros países não restaria outra hipótese senão acatarem a vontade de Washington sem qualquer tipo de contestação.

 

Ora, estas previsões ou análises revelaram-se, de uma forma ou de outra, erradas. Da mesma maneira que Nye considera sobrevalorizados os prognósticos mais pessimistas em relação à evolução negativa do poder americano no sistema internacional durante este século XXI. Sobretudo quando essas previsões apontam para a ascensão da China como líder mundial, ultrapassando os Estados Unidos em termos de poder.

Nye rejeita esta ideia. Embora admita que a China continue a registar taxas de crescimento económicas muito elevadas durante as próximas décadas e que se aproxime dos Estados Unidos, dificilmente o Império do Meio se tornará a maior potencia mundial durante este século.

 

Aquele autor alerta para um erro comum entre os analistas que é o de fazerem previsões baseadas exclusivamente no crescimento do PIB, ignorando por completo outros factores de poder (“hard” e “soft”), muitos dos quais resultado de décadas de investimento.

Nye tem toda a razão neste ponto, já que uma análise do crescimento do PIB oferece apenas uma perspectiva unidimensional, não reflectindo, assim, a verdadeira dimensão do poder de um Estado. E nesta matéria Nye diz que muitos dos analistas têm ignorando o avanço que os Estados Unidos levam em relação a qualquer outra nação em termos de “hard power” (militar, espaço geográfico, recursos, etc) e “soft power” (democracia, “Public Diplomacy”, “R&D”, poder de atracção, etc),

 

É um facto que países como a China, a Índia ou a Alemanha têm potenciado o crescimento daqueles dois níveis de poder, “obrigando” os Estados Unidos a enfrentar as exigências da interdependência entre os Estados.

Sob esta perspectiva pode-se falar de um “declínio relativo” de poder dos Estados Unidos face a outros países, não tanto pela fragilização do poder americano, mas sobretudo pela valorização dos vários recursos que algumas nações têm potenciado. Mas o processo de equilíbrio de poder entre essas nações e os Estados Unidos poderá demorar décadas ou nem sequer vir a existir.

O sistema internacional é hoje, e deverá ser durante muitas décadas, unimultipolar, já que dificilmente surgirá outro pólo de poder tão afirmativo como os Estados Unidos.

 

Para se compreender o abismo de poder entre a América dos dias de hoje com os restantes países basta ver três exemplos:

 

a)     No campo militar nenhum Estado consegue chegar perto do complexo e das estruturas militares americanas, muito menos a China, que tem, por exemplo, um Exército mal preparado e equipado e uma marinha praticamente inexistente (embora tenha começado recentemente a investir forte nesta área);

 

b)    No sector da investigação e desenvolvimento, em 2007 os Estados Unidos investiram 369 mil milhões de dólares, mais do que todo o investimento feito pelos países asiáticos (338 mil milhões). A União Europeia investiu nesse ano 263 mil milhões. Ou seja, os Estados Unidos foram líderes nesse investimento, com 2,7 por cento do seu PIB, quase o dobro do que a China investiu. O resultado traduziu-se no registo de mais de 80 mil patentes nos Estados Unidos, mais do que o somatório de todos os países do mundo;

 

c)     A capacidade de atrair mão de obra qualificada e técnicos altamente especializados é cada vez mais um factor de poder a ter em consideração e neste campo os Estados Unidos (após um breve período de medidas securitárias hiper-restritivas na sequência do 11 de Setembro) estão a reforçar a sua liderança. Nye sublinha a capacidade que os Estados Unidos têm de atrair as melhores e mais brilhantes mentes de todo o mundo e misturá-las num ambiente cultural diverso de criatividade. Por exemplo, em 2005, os imigrantes ajudaram a fundar uma em quatro “start-up's” de base tecnológica em Silicon Valley

 

É por estas e outras razões que Nye rejeite a ideia de “declínio absoluto” dos Estados Unidos, deixando, no entanto, a ideia de que se está perante um “declínio relativo” tendo em conta a potenciação e o melhor uso dos recursos de poder por parte de outras nações.

E talvez para se compreender melhor esta dinâmica será interessante recorrer-se à imagem elaborada pelo próprio Nye. Para este, a distribuição do poder assemelha-se um complexo jogo tridimensional de xadrez, onde num primeiro nível se encontra o poder militar, dominado pelos Estados Unidos num sistema claramente unipolar. Num segundo patamar vem o poder económico, sendo que o sistema tende a ser mais multipolar, com os Estados Unidos a partilharem a liderança com a Europa, o Japão, a China e outros países emergentes. Por fim, estão as relações transnacionais que incluem todo o tipo de actores não estatais, e aqui o poder é bastante difuso sendo difícil encontrar um modelo estanque que enquadre esta realidade.

 

Perante esta problemática, Nye defende uma “nova narrativa” sobre o futuro do poder americano.

Dizer que o século XXI é uma espécie de transição para o declínio do poder dos Estados Unidos é uma visão errada e, na opinião de Nye, pode ter implicações perigosas para o próprio sistema internacional, tais como, por exemplo, encorajando a China ou outros actores em “aventuras” irresponsáveis, partindo do pressuposto da subvalorização das verdadeiras capacidades americanas.

Nye alerta que o verdadeiro problema do poder americano no século XXI não é o seu declínio, mas sim o que fazer com este à luz da emergência de outros pólos de poder de modo a que os Estados Unidos alcancem os seus objectivos nas relações internacionais.

E é aqui que Nye, tal como a secretária de Estado, Hillary Clinton, fala numa nova forma de poder, o “smart power”. Um poder que combina recursos do “hard” e do “soft power”, o que necessariamente pressupõe um novo entendimento sobre o conceito de poder.»

 

Recortado daqui.



publicado por Paulo Sousa às 23:30
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010
Coast to Coast



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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010
Coast to Coast - San Francisco V, LA

 

Golden Gate Bridge, uma das imagens mais conhecidas de São Francisco (sem nevoeiro) e muito parecida com a lisboeta Ponte sobre o Tejo.

Esta é a última imagem desta sequência que tem preenchido o Blog Vale do Anzel desde o seu início. Foi uma viagem fantástica e inesquecível através de um país fantástico.



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Domingo, 26 de Setembro de 2010
Coast to Coast - San Francisco IV, LA

 

Ilha de Alcatraz



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Sábado, 25 de Setembro de 2010
Coast to Coast - San Francisco III, LA

 

Fisherman's Warf, o antigo, mas ainda em uso, cais de pesca, rodeado de marisqueiras é uma das atracções turísticas da cidade. Tem vista para a famosa ilha de Alcatraz.

 



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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010
Coast to Coast - San Francisco II, LA

 

O eléctrico que inspirou os eléctricos de Lisboa (chamavam-lhes 'o americano') nas ruas que o cinema nos habitou a assistir a perseguições policiais.



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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010
Coast to Coast - San Francisco I, LA

 

As ruas inclinadas de San Francisco



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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Hollywood II, LA

 

Sunset Boulevard, Hollywood



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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Hollywood I, LA

 

Hollywood, California



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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Sequoias National Park V

 

Urso em estado selvagem, que circula pelo parque à vista dos visitantes.



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Domingo, 19 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Sequoias National Park IV

 

Tunnel Tree. É curioso comparar com esta imagem dos anos 40.



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Sábado, 18 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Sequoias National Park III

 

Sequoias National Park, CA



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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Sequoias National Park II

 

Sequoias National Park , CA



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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Sequoias National Park I

 

Sequoias National Park, CA



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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Death Valley II

 

O Death Valley tem o seu ponto com menor altitude a mais de 80 mt abaixo do nível do mar. A imagem refere-se à placa que assinala a passagem do nível do mar.



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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Death Valley I

 

Entrada no Death Valley, um dos lugares mais quentes da terra.



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Sábado, 11 de Setembro de 2010
Lembrando o 11 de Semtembro

 

Passados nove anos do 11 de Setembro, confirma-se o que alguém disse logo após o ataque a NY, o mundo mudou nesse dia.

Após as intervenções no Afeganistão e no Iraque, é óbvio que apenas a primeira destas fez sentido. A esta distância é fácil concluir que o esforço dispendido pelos EUA e seus aliados na antiga Babilónia teria tido mais frutos se tivesse sido concentrado no Afeganistão assim como em algumas regiões do Paquistão, conhecidas por Zonas Tribais, onde as autoridades formais não tem poder efectivo. É nestas Zonas Tribais que os terroristas recrutam e treinam jovens para combater a civilização ocidental. Depois do 11 de Setembro ficamos a saber que esta ameaça é efectiva.

Os governos dos países da Nato, que dependem dos respectivos eleitorados, sentem falta de apoio da opinião pública para dispender o esforço necessário para eliminar esta ameaça.

Ao contrário do sentimento para com o que se passa muito longe, verificam-se alguns sinais de intolerância para o que está próximo, e que é o vizinho diferente, especialmente para com os muçulmanos.

Não sei o que se irá passar com a ameaça da queima do Corão por parte de um qualquer pastor radical na Flórida, mas a confirmar-se será exactamente o contrário do que necessitamos. Os radicais islâmicos, uma minoria ávida de poder, não hesitarão em usar este facto para incentivar ainda mais os seus seguidores. Além além da Real Politik sabemos que a queima de livros esteve sempre associada a períodos negros da história da humanidade e só quem estiver interessado nisso pode apoiar a ideia.

Da mesma forma, acho que o impedimento em construir uma Mesquita numa área próxima do Ground Zero, seria aproveitado pelos radicais islâmicos e por isso não seria desejável. Pelo contrário, a autorização da sua construção, mostra ao Islão e ao mundo que o  Ocidente respeita todas as crenças e daí sobra uma lição de tolerância, palavra que não rima com 11 de Setembro.



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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas VIII, NV

 

 

Há dias falei-vos do espectáculo das fontes do Bellagio, mas só mais tarde me lembrei de procurar no Youtube se havia algo sobre o assunto... claro que sim e com mais de um milhão de visitas.



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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas VII, NV

 

Uma das inúmeras capelas onde são celebrados os famosos casamentos de Las Vegas, válidos apenas após confirmação oficial dos noivos, que pode ser feita no prazo de um ano.



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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas VI, NV

 

Caesars Palace, Las Vegas



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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas V, NV

 

Bally's Hotel & Casino



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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas IV, NV

 

Imagens do espectáculo de luz, som e de jactos de água do Bellagio Hotel e Casino, palco dos filmes Ocean's Eleven e Ocean's Thirteen.



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Domingo, 5 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas III, NV

 

Flamingo Hilton, Las Vegas



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Sábado, 4 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas II, NV

 

New York New York Hotel e Casino, Las Vegas Boulevard



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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010
Coast to Coast - Las Vegas I, NV

 

Las Vegas, the city of entertainment



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Obrigado Laura,Apenas aqui poderia ter chegado pel...
magnífico texto.Cheguei aqui através do "Delito".
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